Arquivo da tag: ibm pc

Os 20 maiores computadores pessoais, segundo o The Guardian

Na opinião deste humilde escriba, listas dos N melhores, ou dos N maiores, ou dos N mais influentes etc, só servem pra causar polêmica. Mas como a gente gosta de uma treta, vamos postar o link do artigo (obrigado Mario Cavalcanti) e já dando o spoiler da lista:

20. Dragon 32
19. Atari ST
18. Acorn Electron
17. Sinclair ZX81
16. Texas Instruments TI-99/4A
15. Altair 8800
14. Amstrad CPC 464
13. Sharp X68000
12. Apple Macintosh
11. MSX
10. TRS-80
09. Commodore VIC-20
08. NEC PC-88
07. Atari 800
06. BBC Micro
05. Apple II
04. ZX Spectrum
03. Commodore 64
02. Commodore Amiga
01. (Velho é seu) IBM PC

O site aceita comentários, tá? (EDIT: aceitava. Agora tá fechado.)

Crônica de uma morte anunciada: o Coprocessador Numérico x87

Assim como quem não quer nada, resolvi começar a ler sobre programação Assembly para processadores Intel do seu PC velho… mas a versão muderna, cheia de zilhões de instruções, registradores a dar com pau, mil maneiras de fazer operações paralelas e o escambau. Por que alguém faria algo tão insano? Ora raios…

Pois bem, ao longo dos mais de 40 anos que a arquitetura sobreviveu, níveis e mais níveis de funcionalidade foram sendo adicionados uns por cima dos outros, mantendo sempre todas as estruturas anteriores presentes:

16 bits modo real16 bits modo protegido32 bitsMMX64 bitsSSEAVX … e contando.

Correndo por fora, existiu, lá nos primórdios, um bicho chamado 8087 – o Coprocessador Matemático. Se seu PC tivesse esse chip, ele adicionava instruções para fazer operações matemáticas com números reais, não apenas inteiros, e também operações como seno, cosseno, logaritmos… a partir do 486, ele passou a ser incorporado ao processador principal, mas todas as velhas instruções como FMUL, FDIV, FCOS etc estavam lá, e usá-las sempre foi a melhor maneira de fazer contas. A alternativa era usar bibliotecas de ponto flutuante, lentas e nem sempre dentro do padrão (é o que os nossos retromicros clássicos usam).

Mas aí que tá… os novos conjuntos de instruções SSEn e AVX, planejados para realizar várias operações ao mesmo tempo num conjunto grande de números, também fazem operações de ponto flutuante. Aí, no capítulo sobre otimização deste livro, leio o seguinte:

Os seguintes critérios devem ser observados ao escrever código em Assembly que realize aritmética de ponto flutuante:
* (…)
* Em código novo, use as funções escalares das arquiteturas SSE ou AVX, em vez da FPU x87.

Pois é, a utilidade do velho chip, amigão dos estudantes de engenharia (e de tantas outras áreas) nos anos 80, chegou ao fim. Mais um dinossauro se dirigindo lentamente ao poço de piche. É provável que daqui a alguns anos, os quatro primeiros itens da cadeia de setas acima sejam abandonados e os novos processadores sejam puramente 64 bits.

Retrohitz 198 – (Mais) Yamaha FB-01

https://i0.wp.com/www.retrocomputaria.com.br/wp-content/uploads/2013/02/retrohitz_vitrine_570x190.png?w=604

Este é o episódio 198 do Retrohitz.

Neste episódio

Voltamos ao sintetizador Yamaha FB-01, um sintetizador simples e de baixo custo, mas que ainda assim é capaz de tirar sons interessantes. Desta vez, músicas de jogos de IBM PC.

Lista de músicas:

  1. Colonel’s Bequest
  2. Codename – Iceman
  3. Leisure Suit Larry 3
  4. Police Quest 2 introduction
  5. Silpheed intro and first level
  6. Space Quest 3

Ouvindo este episódio offline

Baixe o ZIP, descompacte e ouça com seu tocador de música preferido.

Onde este episódio (e todo o Retrocomputaria) está disponível

Os episódios do Retrohitz estão, como todo o conteúdo do Retrocomputaria, em muitos lugares: Spotify, Google Podcasts, Apple Podcasts, Deezer e, usando nosso feed RSS, qualquer programa para escutar podcasts.

Seu comentário é o nosso salário

Não se esqueça de deixar seu comentário aí embaixo; afinal, seu comentário é o nosso salário. No entanto, caso você prefira, entre diretamente em contato conosco.

E o Amazônia será relançado. Uau.

Por essa, nem eu esperava. A Bitnamic Software anunciou para o dia 19 de julho de 2020 (um domingo) um evento para o relançamento, com toda a pompa e circunstância, de um dos jogos seminais do que conhecemos como jogos made in Brazil: Amazônia, do mestre Renato Degiovani.

Continue lendo E o Amazônia será relançado. Uau.