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Benj Edwards e como preservar eletrônicos

Benj Edwards, além de tudo, também é colecionador de micros clássicos; e, por isso, ele fez um artigo na PCMag sobre como preservar eletrônicos clássicos. Nenhuma grande novidade, mas é sempre bom ter um checklist como esse por perto na hora de preservar aquele computador, rádio, televisão, toca-discos etc etc etc retro.

Na foto, um exemplo do que NÃO se deve deixar para que seu eletrônico clássico tenha uma vida longa.

Retronica

Dica rápida de site, enquanto você espera o fim do mês chegar e curte o Repórter Retro de ontem: Retronica, que tem o subtítulo Eletrônica moderna para sistemas retro. Está em espanhol, e fala muito sobre FPGA. A propósito, se você é entusiasta de um sistema aberto (como Linux), ele tem dicas de como instalar ferramentas como o iVerilog, o MPLAB-X IDE (para microcontroladores PIC) e o Quartus (para Altera) em Ubuntu 64 bits.

Colecionadores e compras online… Algumas pontas soltas.

cordaGente, a série não foi esquecida, mas está no final. Depois de mais de um ano, decidi investir algum tempo para escrever mais alguns posts a respeito. No futuro, pretendo compilar todo o texto em uma página aqui no Retrocomputaria (assim como os meus especiais de retr0bright e pintura), para facilitar a consulta de todos.

Então, ao invés de adicionar conteúdo nos posts antigos, decidi colocar num post novo alguns pontos que achei que cabem esclarecimentos, para então falarmos de formas de pagamento e proxies de compra, fora algo mais que falte. Acredite, eu tinha um roteiro pronto, com o que faltava, mas… Não sei onde foi parar. Logo, vai o que está na cabeça mesmo!

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Repintando um gabinete de um micro clássico, parte 4: O que não foi… E como acabou.

É claro que eu gastei muito mais tinta do que deveria, mas isto também me serviu de aprendizado. Logo, em trechos onde a tinta ficou falhada, eu mudei a cor, e resolvi experimentar, personalizar a pintura, torná-la original. Só que a fita não ajudava, descolava e levava um pedaço da tinta… Então removi TUDO novamente e de novo. Cheguei a pintar toda a peça de preto brilhante, por dentro e por fora. Claro que por dentro não ficou bom (até grudou papel na parte pintada), mas também não me preocupei tanto com o resultado. Não existe primer em spray, logo eu pensei na época em fazer a base toda em preto brilhante, e pintar por cima. Duas demãos de tinta preta depois… Coloquei o grafite, em várias demãos. Depois, verniz acrílico para proteger a pintura e dar um brilho extra. A peça estava realmente muito bonita, como vocês podem comprovar abaixo:

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Repintando um gabinete de um micro clássico, parte 3: Mais dicas e… Acrobacias.

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Começo o terceiro post da série lembrando-os de não usar tinta em demasia. É uma tentação usar muita tinta, achando que não vai dar certo, e a peça não foi pintada bem o bastante. Lembra o que eu falei de paciência, de não exagerar? Então, sossega. Eu sei que essa ansiedade a gente tem, e por causa dela acabei usando redutor novamente, e novamente, e novamente… Lembre-se que você não resolverá tudo com uma demão de tinta apenas. Pelo contrário, você terá que dar várias demãos curtas. Então acalma-te, pinte, aguarde a tinta secar (na lata tem a indicação de tempo – respeite-o) e pinte de novo. Várias vezes, mas pouco de cada vez, em camadas finas.

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