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Crowdfunding do dia: A Lenda de Leyria, um RPG nacional para Mega-Drive!

Sim, eu sei que nosso assunto aqui é retrocomputação e não retrogaming. Mas é que a proposta é tão interessante que não poderíamos deixar de fora.

Então, o Original Studio (com sede em São Paulo) resolveu fazer um crowdfunding (vaquinha) para produzir e lançar um RPG para o videogame Sega Mega-Drive. O jogo é A Lenda de Leyria, e é uma produção nacional.

A meta é R$ 80 mil, e no momento há menos de R$ 1 mil levantado. O estúdio disponibilizou inclusive um demo jogável no Catar.se, e o autor declarou que pretende portar o RPG, no futuro, para outras plataformas retro, como micros.

Então, se puderem, dêem uma força!

Resenha: documentário “1983: O Ano dos Videogames no Brasil”

Nos primórdios deste Retrocomputaria, resenhamos os dois livros de Marcus Garrett sobre a chegada dos videogames ao Brasil, 1983: O Ano dos Videogames no Brasil e 1984: A Febre dos Videogames Continua. Desnecessário dizer que, quando Garrett se juntou à Zero Quatro Mídia para transformar os livros em um documentário, toda a equipe da Retrocomputaria apoiou e ajudou no financiamento coletivo da empreitada. Ficamos bem tristes quando não pudemos ir na primeira exibição.
Mas tudo bem, as recompensas do financiamento coletivo chegaram.

CD com a trilha sonora e Blu-Ray do documentário.

Para compensar o atraso das entregas, tanto o CD quanto o Blu-Ray vieram em embalagens “normais” em vez de envelopes; com isso, podem fazer parte da coleção de músicas e vídeos de quem os recebeu, sem nada a dever ao que se encontra no mercado em termos de qualidade de empacotamento.

Sobre o documentário em si, que está disponível no Youtube (vejam no final do texto), não há muito o que dizer: não foge – e nem haveria como fugir – dos livros, os infográficos são bem bacanas e lembram um pouco o estilo popularizado em Crossy Road (ou seja, coisa boa) e as entrevistas e depoimentos são o ponto alto, indo desde quem participou da criação do Telejogo a Washington Olivetto revelando seu jogo predileto de Atari.

Sobre o que NÃO está disponibilizado no Youtube…

Os extras são funcionais mas bem agradáveis: fotos de bastidores que contam a história da feitura do documentário, teasers, brutos do Youtube, making of da narração (para quem ainda não identificou, o documentário é narrado por Flávio Dias, mais conhecido por dublar o Beakman) e diversos pontos bem interessantes que adicionam ao documentário, envolvendo prêmios em Cannes, decisões da Gradiente, confusões na porta da Milmar, o início dos eSports no Brasil e porque só no Brasil o Astrosmash do Intellivision tem contagem de tempo.

O CD, com a trilha sonora original feita pelo Pulselooper e Droid-ON, é ótimo e funciona bem fora do contexto do documentário; para quem precisa de uma trilha sonora chiptune para tirar o pó do seu aparelho de CD, é uma excelente pedida.

Mesmo que não tivesse nada físico, mesmo que só tivesse o documentário digital para download, estaríamos bem felizes com a realização do sonho de Garrett de preservar a História da chegada dos videogames a um país que meio que faz questão de esquecer o seu passado. Para quem ajudou na confecção do documentário e pode receber sua cópia física, é mais do que isso: é o orgulho de ter uma parte desta preservação e de poder olhar e pensar que, no final, tudo valeu a pena.

Picocassetes de volta.

Falamos dos picocassetes há algum tempo atrás (aliás, há pouco mais de um ano), e agora estão em campanha em um site de financiamento coletivo japonês (o Makuake) para produzir. A meta é de 10 milhões de ienes, e até agora atingiram 4.641.900 ienes. Será que conseguem? Lembremo-nos que o Nogalious conseguiu.

Ah, esse “cartucho” de demonstração é o jogo Ninja JaJaMaru-kun, da Jaleco, que tem várias versões. Este, em específico, é para MSX.

Fonte: Kumokosi (Twitter).

Concursos de desenvolvimento e financiamento coletivo para MSX… No Japão!

Fonte: MSX Center.

Enciclopédia Homebrew vol. 2 – saiu!

Vocês lembram que em 2015 a gente falou do volume 1 da Enciclopédia Homebrew, cujo objetivo era catalogar todos os jogos homebrew feitos para plataformas clássicas? Pois é, eles fizeram a captação via financiamento coletivo, e o volume 1 saiu.

Pois é, no encontro Amstrad Eterno 2017 foi feito o lançamento oficial do volume 2. Mais 500 resenhas, espalhadas em 370 páginas coloridas, que cobrem a produção de jogos, de 1993 a 2017. Ah, tem uma seção especial falando dos encontros de MSX em Barcelona também. Ficou interessado? 22 euros + frete, clique aqui.

 

O Repórter Retro informa em edição extraordinária

Saiu três dias atrás o crowdfunding do ZX Spectrum Next. E nem sequer deu tempo pra gente escrever este post pedindo para que o povo ajude o projeto a se concretizar… ele atingiu seu objetivo de financiamento (um quarto de milhão de Brexites) em Um. Mísero. Dia.

Mas quem quiser ter o seu pode ir lá e reservar até o dia 22 de maio. Nas palavras do nosso parça Bill Loguidice do Armchair Arcade:

“Para mim, isto é a realização perfeita de como uma versão nova de um velho computador (N. do T.: Velho é o seu PC) deveria ser. Basicamente, compatibilidade perfeita de hardware e software, além de conveniências modernas como saídas HDMI e suporte on-board a cartões SD, bem como extensões opcionais. Eu sei que existem vários outros projetos em outras plataformas como o Commodore 64 e o TRS-Color, mas na minha opinião isto eleva o jogo a um novo nível.”

Wallah! para o Victor Trucco, Fabio Belavenuto e todos os envolvidos.

Crowdfunding do dia: Life on Mars, para PC.

Vocês conhecem o Life on Mars, aquele jogo bacana do KAI Magazine para MSX 2 no início de 2016. Então, não vou explicar como ele é, mas vou direto ao ponto: O Kenneth quer portar seu jogo estilo metroidvania para PC. A campanha está no Indiegogo, e ele arrecadou US$ 1136 até agora. Faltam 9 dias, e ele quer atingir US$ 2 mil. Tem um demo jogável pra baixar por lá, no link aí de cima, e… Vai lá e colabora, diacho!

 

E como vai o documentário sobre os videogames no Brasil?

1983-o-ano-dos-videogames-no-brasil-134571

Falamos aqui faz um tempo sobre o documentário a respeito da história dos videogames no Brasil, no qual o Marcus Garrett está à frente, inclusive participamos do processo, indo lá no Kickante e empenhando o nosso sangue investindo um dinheiro para patrocinar o projeto. Então, como estão as coisas?

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