Todos os posts de Ricardo Pinheiro

Jaú 2017 – as fotos


Nos dias 2 a 5 de novembro de 2017, teve lugar na Escola Técnica Industrial de Jaú – São Paulo, mais um encontro de usuários de MSX. Esse é o 19o ano de encontro, e para mim, o 15o ano em que vou até aquela calorenta e simpática cidade para fudebar sobre MSX, encontrar amigos, bater papo, comprar sapatos femininos (não, quem compra é a Cláudia), enfim… Tudo isso e mais alguma coisa, e não necessariamente nessa mesma ordem.

Como sempre faço, publiquei um álbum de fotos, com tudo o que eu reuni. Em tempos de WhatsApp e Instagram, consegui amealhar no total 200 fotos e 5 vídeos, para o nosso deleite. Nem todas as fotos são minhas, e nem todas as fotos aqui são inéditas: Se você segue o nosso Instagram, viu algumas delas. Mas consegui agrupar tudo, colocar em ordem (levemente) cronológica e tratá-las, para preservar para a posteridade (ou até quando o Flickr durar).

Bem, vamos parar de enrolação, clique aqui para ir pro álbum, e se tudo ocorrer bem, nos vemos em 2018 para comemorar os 20 anos desse encontro!

Exposição de micros clássicos na ETER – fotos e vídeo


Num belo dia, chega minha coordenadora e me pergunta se seria possível termos uma exposição de micros clássicos na escola onde trabalhamos, como parte da iniciativa UPInfoETER. Eu disse que sim, acertamos tudo e fizemos uma pequena exposição, que durou todo o dia 8 de novembro de 2017 (uma quarta-feira). Estiveram presentes alguns fudebas conhecidos e micros ainda mais conhecidos, como:

  • Sony HB-F1XV (MSX 2+), inclusive com GR8Net – carregando ROMs via Internet!
  • Commodore 128, cuja interface SD resolveu encrencar, e passou o resto do dia rodando Pole Position.
  • Al-Alamiah AX350 (MSX 2), o que deixou os alunos intrigados por ter o teclado árabe.
  • CP-400 (CoCo), que estava completo (inclusive com caixa), mas se recusou a funcionar.
  • CAPTAIN NTT (MSX 2), que tem memória no slot 0, então não consegui fazer muita coisa além de mostrar a tela de boot (ainda não tenho teclado p/ ele).
  • FM-Towns II, que foi a festa dos alunos – afinal, jogo, né?
  • Panasonic FS-A1ST (MSX Turbo-R), que foi ligado numa antiga TV CRT.

Ainda rolou uma farta distribuição de cartões do Retrocomputaria (espero que algum deles tenha servido para termos leitores novos), e uma breve palestra, apresentando todo aquele novo mundo para os neófitos. Segue o vídeo:

E voltamos em 2018!

 

Github para quem precisa de github.

Sprites para quem precisa de sprites.

  • O editor de sprites para Commodore 64, Spritemate, está disponível para acesso via browser. Ou seja, nada de instalar programas, basta abrir, desenhar e gerar o resultado.
  • O pessoal do Kronbits está vendendo um pacote com mais de 1700 sprites, em tamanhos de 8×8, 16×16 e 32×32. Todos são monocromáticos, tem um pouco de tudo, inclusive uma ferramenta de conversão. US$ 26,95. Se alguém tiver interesse em rachar, fala aí.

[UPDATE] Kickstarter do dia: Nogalious, o jogo.

Nogalious é um jogo (na verdade a proposta é que seja uma trilogia), onde veremos a história de Marieta, a filha do herói que é capturada pelo malvado Darama. Bem, essa é uma desculpa para termos uma aventura em 2D com 5 universos, inspirados pela “era de ouro dos jogos de 8 bits“.

O plano original é que o jogo tenha versões para MSX, Amstrad, ZX-Spectrum e Commodore 64, além de Windows, Mac OS X, Linux e a Steam. Se atingir valores maiores, versões para Nintendo 3DS, Microsoft Xbox,PS Vita, Nintendo Switch e Sony Playstation 4 também sairão (mas aí tem que bater 500 mil euros).

A capa é do Alfonso Azpiri (sim, ele deixou o desenho pronto antes de falecer), e a ficha no Kickstarter traz várias recompensas, e novas metas. Bem, no momento em que escrevemos esse post, está em 4757 euros, de um total de 25 mil euros. Faltam hoje 17 dias. E é possível comprar uma cópia digital dessa forma, o que me animou a participar do processo. Dê um pulinho no site (clica na imagem lá em cima) e veja se a proposta te anima a colaborar.

UPDATE: Os primeiros 500 que chegarem lá e casarem 7 euros na mão dos desenvolvedores, poderão pegar uma cópia digital do jogo, para MSX. Eu colaborei, já garanti minha cópia. E você?

A New Marauder, para Atari 2600.

Não falamos de retrogaming aqui por motivos que vocês já sabem, mas aqui abrimos uma exceção. A New Marauder é um jogo homebrew  feito no Brasil para Atari 2600. A produtora, More Work Games, pegou a mecânica do Marauder original (Tigervision, 1982) e fez um jogo com fases completamente novas. Vale lembrar que o Marauder é, na prática, um clone simplificado do Berzerk, da Atari (um jogo simples e tão divertido, que me espanta não ter uma versão dele para outras plataformas além dos videogames e micros Atari). Já o A New Marauder é um jogo completo, desde a caixa (com cartuchos novos) passando por manuais, folhetos, caixa… E a qualidade supera a maioria dos jogos da época. O bacana é que eles não pretendem parar nesse jogo, querem fazer mais. Então, tire o escorpião do bolso e compre sua cópia, seu Atarimaníaco inveterado!

Você já ouviu falar da rede “The LINKS”?

Segundo o MSX Wiki, The LINKS era uma rede que iniciou-se em 1986 e funcionou até outubro de 1994. Essa era uma rede japonesa, exclusiva para MSX, e para você conectar nela, precisava de um modem próprio (The LINKS modem) e um login e senha. A rede não era compatível com modems seriais. Havia um serviço de envio de mensagens (e-mail!), havia jogos online (como o DIRES), entre outras coisas. A rede era administrada pela Nippon Telenet.

Não há muita informação a respeito, mas abaixo temos dois vídeos. No primeiro, uma demonstração da rede como um todo. Na segunda, um modem da rede em ação.

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Sábado de links para o povo Amigável.

Seu Amiga está sem teclado, e você não consegue um? O povo do Retro 7-bit fez um adaptador para teclados USB, o Sum A600. Mas digamos que você quer saber de histórias a respeito da Commodore… Então tem essa entrevista do David Pleasance, diretor da Commodore UK. Mas você não quer saber de passado, quer saber de futuro? Então achamos essa entrevista com Trevor Dickinson, da A-Eon, falando do futuro da (agora) balzaquiana arquitetura.