Arquivos mensais: dezembro 2017

Benj Edwards também virou nosso “concorrente”

O incansável Benj Edwards agora também é podcaster, com o The Culture of Tech, onde ele entrevista figuras relevantes do mundo da tecnologia. Já entrevistou Steve Wozniak sobre sua paixão pela televisão (você sabia que, nas aventuras pós-Apple, Woz fundou uma companhia que lançou o primeiro controle remoto universal?) e Richard Garriott sobre o sistema de virtudes de Ultima. E, em se tratando de Benj Edwards, sabemos que vem mais por aí.

Planet X2, um jogo do 8-Bit Guy para Commodore 64

O 8-Bit Guy também se aventura na programação. Lançou Planet X2, um jogo de estratégia em tempo real para Commodore 64.

Sendo o 8-Bit Guy, tem um vídeo com o making of, com dicas preciosas para quem quiser se aventurar em programar para o filho mais conhecido de Jack Tramiel.

E quer saber como o jogo ficou na prática? Tem uma resenha do Modern Vintage Gamer.

Um jeito novo de programar em BASIC

Neste mês de dezembro acabei escrevendo uma ferramenta um tanto quanto interessante, ao qual chamei de Inliner e que permite escrever programas em BASIC de um “jeito bonito” a partir de qualquer editor de textos sem a preocupação com numeração de linhas e todo o resto pois ela cuidará disto para você.

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Resenha: documentário “1983: O Ano dos Videogames no Brasil”

Nos primórdios deste Retrocomputaria, resenhamos os dois livros de Marcus Garrett sobre a chegada dos videogames ao Brasil, 1983: O Ano dos Videogames no Brasil e 1984: A Febre dos Videogames Continua. Desnecessário dizer que, quando Garrett se juntou à Zero Quatro Mídia para transformar os livros em um documentário, toda a equipe da Retrocomputaria apoiou e ajudou no financiamento coletivo da empreitada. Ficamos bem tristes quando não pudemos ir na primeira exibição.
Mas tudo bem, as recompensas do financiamento coletivo chegaram.

CD com a trilha sonora e Blu-Ray do documentário.

Para compensar o atraso das entregas, tanto o CD quanto o Blu-Ray vieram em embalagens “normais” em vez de envelopes; com isso, podem fazer parte da coleção de músicas e vídeos de quem os recebeu, sem nada a dever ao que se encontra no mercado em termos de qualidade de empacotamento.

Sobre o documentário em si, que está disponível no Youtube (vejam no final do texto), não há muito o que dizer: não foge – e nem haveria como fugir – dos livros, os infográficos são bem bacanas e lembram um pouco o estilo popularizado em Crossy Road (ou seja, coisa boa) e as entrevistas e depoimentos são o ponto alto, indo desde quem participou da criação do Telejogo a Washington Olivetto revelando seu jogo predileto de Atari.

Sobre o que NÃO está disponibilizado no Youtube…

Os extras são funcionais mas bem agradáveis: fotos de bastidores que contam a história da feitura do documentário, teasers, brutos do Youtube, making of da narração (para quem ainda não identificou, o documentário é narrado por Flávio Dias, mais conhecido por dublar o Beakman) e diversos pontos bem interessantes que adicionam ao documentário, envolvendo prêmios em Cannes, decisões da Gradiente, confusões na porta da Milmar, o início dos eSports no Brasil e porque só no Brasil o Astrosmash do Intellivision tem contagem de tempo.

O CD, com a trilha sonora original feita pelo Pulselooper e Droid-ON, é ótimo e funciona bem fora do contexto do documentário; para quem precisa de uma trilha sonora chiptune para tirar o pó do seu aparelho de CD, é uma excelente pedida.

Mesmo que não tivesse nada físico, mesmo que só tivesse o documentário digital para download, estaríamos bem felizes com a realização do sonho de Garrett de preservar a História da chegada dos videogames a um país que meio que faz questão de esquecer o seu passado. Para quem ajudou na confecção do documentário e pode receber sua cópia física, é mais do que isso: é o orgulho de ter uma parte desta preservação e de poder olhar e pensar que, no final, tudo valeu a pena.

Repórter Retro 033

O Seu Repórter Retro

Bem-vindos à edição 33 do Repórter Retro.

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Música de fundo

Músicas sortidas

Outras formas de ouvir

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Jogos 80 edição 18 no ar.

E depois de um longo e tenebroso inverno de 18 meses (explicados no editorial), a Jogos 80 retorna na sua 18a edição, com pouco mais de 80 páginas, falando de vários assuntos. Um deles é da trindade de 1977, sobre a qual nos debruçamos em 3 episódios nesse ano, a saber: Apple II, TRS-80 e Commodore PET. Tudo bem que eles não falaram do último, mas nesse episódio falamos do 3o quarentão citado na revista, o Atari 2600.

Além deles, temos artigos sobre a CBI-95 (Interface de drive para o TK-90X feita no Brasil), jogos para MSX (como Tina’s Adventure Island) e CoCo (como Downland), um papo sobre o trabalho bacana da More Work Games, fazendo jogos novos para Atari 2600… E é claro, o documentário 1983: O Ano dos Videogames no Brasil tem espaço. E por aí vai, tem muita coisa interessante. Para baixar, clique na imagem aí de cima, e pegue o PDF no site. Tenho certeza que você terá horas bem divertidas de leitura! Como sempre, vale muito a pena.

Uma análise do Timex Sinclair 2068

O CP-400 TS2068 foi o único modelo de de ZX-Spectrum a aportar oficialmente em terras estadunidenses através da Timex Sinclair e que aproveitou para introduzir algumas mudanças interessantes ao projeto e este é o vídeo do Modern Vintage Game contendo uma simpática análise sobre o computador, trazendo história, de máquina desmantelada e até uma modificação para animar esta manhã de natal.

( Retro Computing no Google+ )

O retorno do pistoleiro…

Lançado pela Ultimate Play  The Game em 1985 o jogo Gunfright é um jogo de faroeste com visual isométrico onde você é o xerife da pequena e pacata cidade de Black Rock e sua missão de manter a lei e a ordem. O jogo saiu originalmente para ZX Spectrum mas também teve versões conversões para Amstrad CPC e MSX.

Agora em 2017 surge uma versão estendida dele, o Gunfright Returns – Reloaded (não sou eu quem dá os nomes), pela mãos dos mais intrépidos programadores russos deste lado do Mississípi. — TomCaT , GoodBoy, tiboh e Panda. Entre as novidades estão música de fundo*, efeitos sonoros, suporte a mouse nos mini-games, possibilidade de escolher cidades aleatórias etc.

(*) Tanto a música como os efeitos vieram da versão do Amstrad CPC.

( Indie Retro News )