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Um pacotão de Atari 8 bits

Agora ficou fácil por 4 Mb no seu MSX.

A Tecnobytes anunciou esses dias o lançamento de mais um item pra animar os MSXzeiros, uma expansão de memória do tipo Memory Mapper, com 4 Mb. Sim, quatro megabytes, que é o limite que o MSX pode indexar por slot. 256 páginas de 16 Kb de RAM, acessíveis via portas $FC até $FF, essas coisas.

Segundo fontes de águas de Lindóia, eles já mandaram fazer o PCB e tem todos os componentes in house para produzí-la. Logo, em abril já estará disponível para venda. O cartucho será no “padrão Konami” (o pequeno), e custará US$ 80 (frete e taxas do Paypal não estão inclusas). Serão a princípio 20 cartuchos no primeiro lote, mas pode haver um segundo lote no futuro, se tiver demanda, né?

Maiores informações no blog da Tecnobytes.

E você se pergunta: “O que eu vou fazer com 4 Mb num MSX?” Olha, eu tenho várias ideias… Mas lembre-se que memória nunca é demais.

Agora, será que a Tecnobytes vai fazer isto aqui? Já que eles estão lançando o expansor de slots… Por que não?

Hardware novo para Atari

Primeiro, uma nova interface gráfica, que, com um piggyback na GTIA, permite aos Atari 8 bits enviarem vídeo RGB.

Depois, um SIO2SD que também toca músicas. E, como o leitor já deve ter imaginado, quem faz o trabalho de decodificar a música é a placa, o Atari só recebe as notas pra tocar via SIO.

E, para terminar, o protótipo de um cartucho de 1MB que você mesmo pode fazer.

Domingão do Ag0ny: slots, slots, expansões e mais expansões!

msx_memory_mappers_outdoors

Javi Lavandeira queria fazer uma resenha de três cartuchos de expansão de memória (MSX Memory Mapper da Repro Factory, MEGA-MAPPER da 8bits4ever e MEMORY SAMURAI da Classic PC & Game Rescue Commitee) mas… como se faz resenha de expansão de memória?

Simples: revendo uma série de conceitos essenciais para entender a organização de memória no MSX antes das resenhas em si. E, para os interessados na MEMORY SAMURAI, tem uma parte dedicada exclusivamente a ele.

Gene Amdahl vai construir mainframes celestiais

GeneAmdahl

No longínquo dezembro de 2013, quando começamos a falar do trabalho de recuperação do IBM 1401 que virou cobaia de Ken Shirriff, publicamos esta simpática foto. Este senhor era Gene Amdahl e não está entre nós desde terça, é importante o suficiente para ter obituários no New York Times e na Bloomberg e de ter uma homenagem da ACM.

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[Semi-OFF] Memórias da Era dos BBS’s II, a Missão

Há duas semanas, esbarrei em algo do tempo do BBS. Ontem, foi a vez de outro algo esbarrar em mim.

Membro novo no projeto lá no trabalho — Juan, por favor oriente nosso novo colega pra fazer os acessos blá blá blá sistemas piriri pororó detalhes técnicos esotéricos pereré pão duro proxy SSH autenticação whiskas sachê. Tá. Xacomigo.

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[Semi-OFF] Memórias da Era dos BBS’s

Coisas que a gente esbarra quando está empacotando coisas pra mudança.

No meio da década de 1990, o modo dominante de se “estar online” eram os BBS’s. A Internet ainda estava engatinhando no Brasil. Sim, na nossa Lista de Promessas Infinitas para o podcast consta um episódio sobre BBS. Quando acontecerá, não sei, mas se um asteroide não atingir a Terra antes esse episódio acontecerá. Com certeza.
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