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A500Flash 512, 1M e por aí vai.

Essa notícia estava mofando na nossa caixa postal faz um tempão, então alguém resolveu tirar o pó e publicar. Os polacos do Retro 7-bit anunciaram o lançamento da A500Flash, que é um chaveador de Kickstart para Amigas ECS (ou seja, A500, A500+ e A2000). O chip é programável (afinal, é uma Flash), e tem algumas características interessantes:

  • Tem 512 Kb de memória Flash.
  • Aceita ROMs de até 512 Kb.
  • Você pode ter mais de um Kickstart nesse chip (sim, você já sabe disso, eu sei), mas para trocar, você pode pressionar as teclas Control + A + A (as teclas “Amiga”) por 3 segundos e vamos para o próximo.
  • A ROM original é necessária, mas como você pode ver na foto lá em cima, a placa fica no lugar dessa ROM e do Gary.
  • Os softwares para programar as memórias Flash são para Amiga OS, e funcionam a partir dos Amiga OS 1.2 e superiores.

Existe também a versão A500Flash 1M, onde a memória flash tem 1 Mb. Ficou interessado? Bem, eles não vendem, mas existem diversos revendedores na Europa. Para você ter um parâmetro, a A500Flash 1M está saindo a 46 Rainhas Elizabeth II, na AmigaKit, ou a 55 euros na AmigaStore espanhola. Em reais, R$ 179,59 + frete.

Fonte: English Amiga Board.

 

Tem update do Workbench 3.1 e do Kickstart 3.1 para os Amiga clássicos

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Não é primeiro de abril, não é pegadinha, não é nada disso. É o primeiro update em 20 anos, a partir do fonte original, para os Workbench 3.1 (agora na versão 40.43) e Kickstart 3.1 (agora na versão 40.72) dos Amigas clássicos – 500, 600, 1200, 2000, 3000 e 4000(T).

Vai lá na Hyperion e leia as mudanças e bugfixes; se interessar, separe os 10 euros para cada um deles, com 10% de desconto pra quem comprar os dois. Ah, e quem comprar o WB 3.1 leva o WB 1.3.3, quem comprar o KS 3.1 leva o KS 1.3.

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Repórter Retro Nº 012

O Seu Repórter Retro

Bem-vindos a mais uma edição do Repórter Retro – a primeira da temporada 2016! 🙂

Ficha técnica:

  • Número do episódio: 012
  • Participantes: Ricardo, João, Cesar, Giovanni e Juan
  • Duração aproximada: 66 minutos
  • Músicas de fundo: Músicas sortidas
  • Download em ZIP

URLs do podcast:

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Código-fonte do Amiga OS e do Kickstart vazaram! (Atualizado)

daerp_cano_2Mal começou o ano, e já temos um vazamento de respeito. Segundo o site belga Generation Amiga, o perfil Hacker Fantastic afirmou que o código-fonte do Amiga OS vazou. E nisso, vazou também o Kickstart e o Workbench. O pacote tem 130 Mb, e descomprimindo-o, temos 540 Mb de código-fonte.

Maiores informações em Vintage Is The New Old.

Atualização: a Hyperion Entertainment, dona dos direitos sobre o AmigaOS 3.1, se manifestou sobre o vazamento.

Evolução do AmigaOS

Aproveitando o vazamento do código fonte do AmigaOS do Kickstart para trazer um vídeo bastante interessante feito faz algum tempo e que mostra o desenvolvimento deles entre 1985 e 2010 sob o ponto de vista do número de desenvolvedores — não encontrei a publicação original mas a animação foi feita  a partir dos nomes nos cabeçalhos nos arquivos do código fonte.

Atualizando o kickstart do A600

Confesso que foi um longo namoro no sítio da Vesalia Computer. Eu olhava para o item, ficava pensando se valeria a pena, aí refletia um pouco mais, considerava comprar mais alguma coisa e aproveitar o frete, ou seja, nunca que me decidia! No final, vencido pelo cansaço, acabei realizando a compra. Quinze dias depois, chegou cá em casa o integrado contendo o Kickstart 3.1 (rev 40.68) para a atualização do A600.

E antes que perguntem, ainda mais porque já falei duas vezes no assunto, considere que o AmigaOS, o sistema operacional nativo do Amiga, está dividido em duas partes:

  • Uma gravada em ROM e contendo as rotinas básicas de E/S, alguns drivers, pedaços da interface gráfica e, obviamente, a parte que cuida do bootstraping da máquina.
  • A outra, que fica armazenada em disco e que é todo o resto, ou seja, o Workbench propriamente dito, algumas bibliotecas, outros drivers (nativos ou de terceiros) etc.

Sem estas duas metades a única coisa que você vai ver seu Amiga fazer é te pedir para colocar o disquete (literalmente!), e dependendo da versão do Workbench que se deseje rodar, uma determinada versão do Kickstart será necessária. E, apesar dos A600 terem sido vendidos com o Kickstart 2.x (rev 37.xxx — e aqui a Commodore fez uma tremenda confusão), uma versão do Kickstart 3.x foi disponibilizada para ele e os demais Amiga com processador 68000.

Pacote

Como já havia dito, quinze dias após a compra um simpático envelope de tamanho A6 (não esperava receber nada muito maior) chegou pelos correios, e dentro dele estava a ROM. Além dele, três folhas contendo as instruções de instalação: para o Amiga 500 (em inglês e  alemão), do Amiga 2000 (inglês e alemão) e, finalmente, do Amiga 600 (só em inglês).

Instalação

O procedimento é bem “simples”: desconecte tudo o que você tenha pendurado no computador, abra-o (são três parafusos para soltar a parte superior — onde fica teclado, levante-a um pouco para poder soltar o conector do painel de lateral de led e, tomando cuidado com o flat do teclado, levante-o para acessar a placa mãe) e procure pelo único componente soquetado da placa. Com uma chave de fenda e bastante cuidado você vai soltá-lo e então com o dobro do cuidado encaixe o novo Kickstart.

Detalhe que a ROM original tem 40 pinos e a nova 38, é normal que fique sobrando um espaço de dois pinos do lado esquerdo mas a orientação deve ser mantida (veja na foto). Verifique tudo, depois verifique tudo novamente e aí é só ligar!

Uma surpresa!

Meu cartão ainda está com a versão 2.1 do Workbench mas algo que percebi rapidamente foi um pequeno ganho de performance. As coisas pareciam estar um pouco mais rápidas, e o jeito foi recorrer ao SysInfo. Verifiquei que o sistema realmente ficou razoavelmente mais rápido, cerca de 20% (o 1,32x apontado pela seta é quanto o meu A600 está mais rápido do A600 que o Nic Wilson usou como referência — antes mostrava 1,10x).

Finalizando, por enquanto

Considerando que qualquer ganho de performance é sempre bem vindo, a atualização, por si só, já compensou. E ainda há a possibilidade de rodar uma versão mais nova e com mais funcionalidades do Workbench e alguns outros programas. Pois é, acho que precisarei de um cartão Compact Flash maior também. 🙂

A seguir… Workbench 3.x no A600.