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Museu do dia: Museum of Obsolete Media

Não é um museu físico, mas sim um website da coleção pessoal do inglês Jason Curtis. São, quando este post foi feito, 380 itens, cobrindo áudio, vídeo, dados e filme.

Como não poderia deixar de ser, tem uma lista da “obsolescência” de formatos por década.

Um ZIP disk de 100MB que, além de estar no museu, faz um participante do Retrocomputaria bem feliz.
Um ZIP disk de 100MB que, além de estar no museu, faz um participante do Retrocomputaria bem feliz.

Episódio 61 – Luz! Câmera! Boot! – Parte B

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Sobre o episódio

Este é o episódio 61 do Retrocomputaria, iniciando nossa sétima temporada! Neste episódio exploramos a participação dos computadores na Sétima Arte, com destaque para como Hollywood enxergou o advento do Computador Pessoal. Ou seja, veremos as pegadas (Joystickadas? Mouseadas?) das nossas queridas máquinas clássicas na Calçada da Fama! Para desbravar este território pop temos como guia Sherpa Maurício Saldanha, velho conhecido dos ouvintes do Rapaduracast e do Cabine Celular — infelizmente ele foi abduzido por um computador rebelde e deve estar em algum lugar do Grid neste momento.

Nesta parte do episódio

Mais aparições de micros clássicos, Tony Stark fazendo bullying, anos 90 e, para encerrar, zuêra na telona!

Ficha técnica:

URLs do podcast:

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Episódio 61 – Luz! Câmera! Boot! – Parte A

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Sobre o episódio

Este é o episódio 61 do Retrocomputaria, iniciando nossa sétima temporada! Neste episódio exploramos a participação dos computadores na Sétima Arte, com destaque para como Hollywood enxergou o advento do Computador Pessoal. Ou seja, veremos as pegadas (Joystickadas? Mouseadas?) das nossas queridas máquinas clássicas na Calçada da Fama! Para desbravar este território pop temos como guia Sherpa Maurício Saldanha, velho conhecido dos ouvintes do Rapaduracast e do Cabine Celular.

Nesta parte do episódio

As primeiras aparições do computador na telona, ainda na forma mainframe (armários que fazem clac-clac-clac, luzes piscando, fitas girando) — com participação especial do Pica-Pau! — e a reação de Hollywood ao surgimento da Computação Pessoal.

Mauricio SaldanhaFicha técnica:

URLs do podcast:

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E mais um filme sobre Steve Jobs…

SJ_Final-Art-copyÉ sabido até do reino mineral de que eu sou fã do “outro Steve” fundador da Apple, “aquele senhor gordinho e simpático” (segundo minha mãe), do qual li a autobiografia, ganhei um autógrafo e o cartão de visitas dele. Sim, estou falando de Steve Wozniak.

Mas a grande e ignara massa idolatra Steve Jobs, o santo com pés de barro da Apple, aquele que morreu no auge, devido a burrice e ao “complexo de Deus” um câncer no pâncreas que não foi devidamente tratado. Pois então, foram feitos 2 filmes sobre Steve Jobs. Um, chamado Jobs, foi estrelado por Ashton Kutcher e saiu em 2013. Outro, Steve Jobs, é estrelado por Michael Fassbender e estreará em 9 de outubro.

Mas além desses filmes, teremos ainda um documentário. O nome é Steve Jobs: The Man In the Machine. E o autor, Alex Gibney, ganhador do Oscar com um filme que não é nada simpático sobre a cientologia (Going Clear: Scientology and the Prison of Belief) debruçou-se sobre a autobiografia de Steve Wozniak, vários depoimentos e entrevistas, e construiu um perfil mais próximo da realidade a respeito do “Estêvão Trabalhos”. Continue lendo E mais um filme sobre Steve Jobs…

“Pixels”, a resenha.

pixelsSe você está lendo esse texto aqui, saiba de cara que Pixels vale ser visto por 2 motivos: Michelle Monaghan e as toneladas de referências a jogos, muito mais do que foi visto em Detona Ralph. Mas se você tem repulsa a Adam Sandler (justificável, aliás) ou deseja ver uma história minimamente plausível, então desista.

Animado para ler um pouco mais sobre o filme? Clique aí embaixo, mas já vou avisando, tem spoilers para encher baldes.

Continue lendo “Pixels”, a resenha.

Ready Player One terá continuação.

atarigameoverSe você assistiu o documentário sobre os cartuchos da Atari enterrados no deserto (dica: tem no Netflix), deve lembrar de um escritor que foi até o lixão de Alamogordo pilotando um DeLorean (e com um ET de borracha do lado) para assistir todo o processo de localização dos cartuchos. Este homem chama-se Ernest Cline. Continue lendo Ready Player One terá continuação.

Luzes! Câmera! Retro!

Os dois livros escritos pelo mano parça Marcus Garrett narrando os primórdios da história dos videogames no Brasil já são figurinhas carimbadas na comunidade retrocomputacional tupiniquim. (E se você ainda não leu, vá comprar seus exemplares ontem.)

O que alguns talvez não saibam é que foi lançado um projeto para transformar esses livros em um documentário, financiado por crowdfunding.
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Crowdfunding do dia: Memoirs of a Spectrum addict

zxspectrumaddictNa verdade a proposta é que seja um mockumentary, um estilo popularizado por séries como Modern Family e The Office. O projeto é um filme com aproximadamente 2 horas, baseado nas memórias de Andy Remic, crescendo com o ZX Spectrum: Parte drama, parte entrevistas, parte jornada nostálgica.

Ah, você não sabe quem é Andy Remic? Eu também não sabia, até ir na Wikipédia e ler o verbete… E o sujeito é autor de ficção científica! Bacana. O melhor é que essa verve literária dele começou com escrevendo adventures em texto para o ZX Spectrum nos anos 1980 e 1990. Alguns apareceram na lendária revista Crash, e outros foram vendidos pelo correio. A produtora dele tinha o criativo nome de Psychedelic Hedgehog Software. Ah, olha que legal, ele escreveu um adventure gráfico para o ZX Spectrum em 2009 para acompanhar um dos seus livros, Biohell.

O site é http://www.spectrumaddict.co.uk/, mas até agora levantaram muito pouco do que é necessário para realizar o filme. O trailer do projeto está aqui. Contribuições começam em 10 libras (download do filme) até 2500 libras. Mas se você quiser aparecer no filme e estiver na Inglaterra, a partir de 250 libras você consegue fazer uma ponta.

Vídeo do dia: crianças soviéticas jogando num MSX

O vídeo acima, extraído das cenas do filme soviético Malyavkin and the Team (Yuri Kuzmenko, 1986), mostra professora e crianças se divertindo com Athletic Land, Antarctic Adventure e Road Fighter.

As imagens em si foram montadas para escapar daquele tradicionalíssimo screen flickering que ocorre quando se tentar filmar uma tela, mas do resto estão lá as máquinas, os periféricos e os disquetes.

(via)