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Um disquete de 118 Gb.

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Tudo começa com um post do DrModdnstine no Imgur, falando de um mod simpático que ele fez, que foi montar um Core i7 dentro de um gabinete de um IBM Aptiva. Até aí, legal, eu tenho um AMD Phenom II montado dentro de um gabinete de um Dell Optiplex que eu não lembro qual é.

Mas o interessante mesmo foi o que ele fez com o drive de disquetes. Quer saber? Clica lá e vai ver, vale a pena.

Conserto de drive do Apple IIc+

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O Apple IIc Plus é o único modelo de Apple II a sair de fábrica com um drive de disquetes de 3,5″ (o IIGS seria o segundo se o Mark Twain — ROM4 — não tivesse sido cancelado).

Assim como os Macintosh a ejeção da mídia nele é feita de modo eletrônico. Ou seja, o computador “pede” que o disco seja ejetado, a unidade aciona um terceiro motor (o primeiro gira o disco e o segundo movimenta a cabeça) que destrava o mecanismo e empurra o disco para fora.

Há algum tempo notei que o drive do meu IIc+ tinha parado de ejetar os discos e perguntando no grupo Apple II Enthusiasts do Facebook e me explicaram que era algo muito comum e que uma das engrenagens do motor de ejeção havia quebrado. Mas havia solução, ou melhor, duas: a primeira substituir o drive e a outra substituir somente a peça com defeito (o motor do mecanismo de ejeção).

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Porque nós não cansamos de ver resgates de micros clássicos!

E o Tezza (Terry Stewart) nos conta que recebeu um telefonema de um sobrinho, que trabalhava numa empresa de telecomunicações. Enquanto ele revirava o forro de uma escola, ele achou alguns micros armazenados no sótão, e inacreditavelmente, nenhuma limpeza de primavera a encontrou. Como a direção da escola não se interessava, lá foi ele ligar para quem se interessasse.

Além de vários PCs comuns, foram encontrados:

  • Um Mac Plus completo.
  • Um HD externo SCSI (provavelmente era para o Mac Plus).
  • Três Apple IIe Platinum.
  • Três drives de 5 1/4″ da Apple.
  • Um Apple Colour monitor.
  • Um Apple Monochrome monitor.

Os PC-clones e um segundo Apple Colour Monitor (que estava quebrado) não foram reaproveitados. Todos os computadores tinham pelo menos 15 anos poeira, sujeira e barro. Logo, desmonte, banho, remontagem e reparos, e temos tudo funcionando novamente.

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Tudo menos o Mac Plus.

Quer mais detalhes? Clique aqui.

Manutenção em drives de 3,5″ da Apple

Não é cirurgia cerebral, mas está perto…

Tony Diaz postou um vídeo bastante interessante sobre como substituir as cabeças de leitura/gravação de unidades de disquete de 3,5″ de 800KiB da Apple utilizadas nos Apple II e Macintosh. — O curioso é que eu tenho uma unidade igualzinha a essa e, vejam só, com o mesmo problema (e creio que a mesma solução).

( A2Central )

Fazendo um Raspberry Pi virar drive de um Commodore 64

Como já falado em outras ocasiões, o drive de disquete 1541, do Commodore 64, é comicamente — quase memeticamente — lento porque comunica-se com o computador usando uma interface serial e um protocolo muito do chinfrim. Mas o objetivo aqui não é trollar o João Fidélis, o dono de 1541 mais folcloricamente emblemático da cena retrocomputacional brasileira. Em vez disso, foquemo-nos em uma palavra mágica: serial. Aí invoco a primeira frase de um post recente daqui do blog:

“Raspberry Pi. Internet. Cabos seriais. Micros clássicos. Parece bacana isso tudo junto. E é.”

Chris “FozzTexx” Osborn concorda. Por isso ele implementou o supracitado protocolo serial chinfrim (também chamado de IEC) num Raspberry Pi, colocou um conversor de nível TTL para compatibilizar o bicho com RS-232 e, ipso facto, transmogrificou-o em drive de Commodore! Se não acredita, vejam com seus olhos que a terra há de comer:

Como o protocolo IEC é notoriamente cascudo, a implementação não é ainda 100% completa, então é um trabalho em progresso ainda. O código-fonte da brincadeira está disponível no Github.

(Insentricity, via /r/retrobattlestations)

Os “primos” lusitanos do C1541

Veio de além-mar, diretamente de terras lusitanas, a notícia de que a Timex de Portugal parecia ter muito mais autonomia com a matriz estadunidense do que se imaginava! Sim, a mesma foi responsável pelo desenvolvimento de produtos da joint-venture Timex Sinclair comercializados na Europa e exportados para os EUA.

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Instalando um emulador de drive no A600…

…e mantendo uma unidade física também! Sim, este foi o desafio encarado por Marios Filos, ou mfilos, e que rendeu um longo artigo no blog dele! Tudo bem, ele mesmo conta já havia colocado um emulador HxC com tela LCD e botões dentro de um A600 mas ele preferiu fazer algo diferente, ou seja, instalar o emulador mas tambem manter uma unidade de disquetes de 3,5″.

Neste caso uma unidade de notebook, poxa gente é um A600 e não tem lá muito espaço dentro, ainda mais com uma A630, A604 e mais um monte de coisas — vejam lá as fotos!). E está dividido em uma, duas, três, quatro partes! Todas recheadas de fotos para aqueles que gostam… do um mod pr0n!