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“Pixels”, a resenha.

pixelsSe você está lendo esse texto aqui, saiba de cara que Pixels vale ser visto por 2 motivos: Michelle Monaghan e as toneladas de referências a jogos, muito mais do que foi visto em Detona Ralph. Mas se você tem repulsa a Adam Sandler (justificável, aliás) ou deseja ver uma história minimamente plausível, então desista.

Animado para ler um pouco mais sobre o filme? Clique aí embaixo, mas já vou avisando, tem spoilers para encher baldes.

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Repórter Retro Nº 006

O Seu Repórter Retro

Bem-vindos a mais uma edição do Repórter Retro.

Ficha técnica:

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Donkey Kong, edição #LoveWins

ChangedKongJohn “Sockmaster” Kowalski, o autor do insanamente fiel port de Donkey Kong para TRS-80 Color, anda brincando de alterar o layout dos níveis do DK original de arcade. Uma das brincadeiras loucas que ele anda fazendo você pode ver aí do lado.

Enquanto ele se divertia fazendo esteiras e elevadores irem aonde não deveriam ir, em notícias totalmente não relacionadas, a Suprema Corte dos EUA aprovou o casamento igualitário em todo o país. Houve celebrações em todo o mundo, talvez a mais visível de todas o app que o Facebook criou para as pessoas arcoiriszarem seus avatares.

Nosso supracitado amigo Sockmaster… bem, ele resolveu ir além.
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RIP: Hiroshi Yamauchi (1927-2013), o homem que fez a Nintendo

A bem da verdade, em 1949, quando assumiu a presidência da empresa, a Nintendo já existia. Mas era uma mera fabricante de baralhos. Hiroshi, neto do fundador Fusajiro Yamauchi, queria mais. Ele começou a diversificar. Outros jogos e brinquedos, cooperativa de táxi, traquitandas elétricas, cadeia de motéis (!!!), alimentos… até que ele vislumbrou o mercado de diversões eletrônicas. Lançou algumas máquinas de fliperama que não foram muito bem-sucedidas, contratou um jovem engenheiro chamado Shigeru Miyamoto para tentar fazer algo melhor e… o resto é história.

Hiroshi-san deixou-nos hoje, aos 85 anos de idade.

先生はすべて、ありがとうございます。

Hiroshi Yamauchi

A Demanda do Santo Graal

Para os que eram micreiros e/ou usuários de videogame nos anos 80, o Santo Graal era simples: jogar jogos de fliperama, com a qualidade do fliperama, em casa.

Hoje temos o MAME e similares, mas na época esse sonho parecia tão alcançável quanto eleições diretas, o Brasil ser tetra ou o Apartheid acabar.

Babávamos com artigos em revistas que falavam de ColecoVision e mostravam telas do Donkey Kong. A versão do Atari 2600 era de fazer chorar. E quem tinha ColecoVision no Brasil? Com sorte, o amigo rico de um amigo de um amigo.

Donkey Kong: ColecoVision e Atari 2600O sonho… e a realidade

Outras plataformas chegaram mais perto. Particulamente, o MSX teve ports de fliperama que chegavam bem perto da qualidade das versões originais.

Perto, mas faltava a “última milha”. Os sprites tinham menos cores. O gameplay não era exatamente o mesmo. A rolagem do cenário “pulava”. Embora enganasse bem melhor que seus predecessores, talvez tão bem quanto o utópico ColecoVision (com o qual, aliás, as similaridades não são poucas).

A era de Camelot das máquinas de 8 bits passaria, e mais duas décadas ainda passariam. A utopia foi aceita por todos como inatingível. Se queremos os jogos de fliperama, temos que nos contentar com emulação em PCs e Macs.

Mas John “Sock Master” Kowalski não desistiu. Em 2007, ele conseguiu a proeza de converter o Donkey Kong original para, acreditem, o TRS-80 CoCo 3. Veja o resultado abaixo.

Agora, só falta enviar a imagem de disquete de volta no tempo para o eu de 1988, e mandá-lo encomendar um CoCo 3 de um amigo que vá viajar. Mas tem que ter 512K de RAM.