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Micros clássicos no decatlo

A cerimônia de abertura das Olimpíadas é daqui a algumas horas, e até lá vamos nos distrair com Activion Decathlon. É, Decathlon.

Começando, claro, com o Atari 2600:

E os Atari de 8 bits estão aqui, ó:

Aqui, um Atari 800XL, um projetor e um tapete de dança:

Tem Colecovision? Tem sim!

Se não tivesse para C64 a fúria de Jack Tramiel cairia sobre os jogos:

E tem o MSX chegando na disputa:

Nenhum joystick de micro clássico foi destruído na confecção deste post. Pelo menos os nossos.

Episódio 67 – Jogos Olímpicos – Parte A

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Sobre o episódio

De 4 em 4 anos acontecem os Jogos Olímpicos, e com a tocha sendo acesa perto do QG do Retrocomputaria, resolvemos fazer um podcast sobre o assunto, medalha de ouro em piadas sem graças e em micros clássicos.

Nesta parte do episódio

Depois de uma discussão sobre o surgimento da maratona, vamos à Fan Fest no Atari 2600 e passamos por Moscou 1980 e Los Angeles 1984 (e o joystick não sobreviveu ao Decathlon, apesar de todos os truques dos participantes)

Ficha técnica:

URLs do podcast:

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O perigo que ronda seu monitor (se você é dos que fuçam)

Alexandre “Tabajara” Souza, enquanto consertava um console de videogame (um ColecoVision), resolveu testar pontos do circuito com a entrada de vídeo do seu precioso M1721a, pra ver se algo aparecia na tela… péssima idéia! O resultado foi esse abaixo. Clique na foto para ler a história completa (e calma, ela tem final feliz).

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Outra opinião: O Golpe do Micro Doméstico

Este artigo é uma tradução de The 8-bit Home Computer Bait and Switch, publicado no blog Nerdly Pleasures e postado aqui com permissão do autor.

No início dos anos 80, consoles de videogame e micros domésticos competiam entre si pelo bolso do consumidor. Os micros, particularmente os da Commodore, eram propagandeados como algo que serve para muito mais do que jogos (coisa que eles também faziam direitinho). O papai poderia gerenciar as finanças domésticas, a mamãe poderia ter um banco de receitas, e as crianças poderiam aprender com programas educacionais e digitar os trabalhos do colégio em um processador de texto. Assim os computadores domésticos eram apresentados ao consumidor nas prateleiras das lojas. A princípio, os mais amigáveis em termos de preço e capacidades eram o Atari 400 e (com alguma boa vontade) o 800, os Commodores VIC-20 e 64, o TI-99/4A e o TRS-80 Color Computer. Os da Apple, muito caros, eram populares entre hobistas, educadores e pequenos empresários. Os da IBM (ainda mais caros) eram comprados quase que exclusivamente por usuários corporativos e empresas de desenvolvimento de software.

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Astrododge, um jogo novo para Colecovision.

Astrododge-AComo vocês sabem, não somos afeitos a falar de videogames, mas abrimos exceções vez por outra. Nesse caso, este é um jogo novo para Colecovision, e que pode ser portado sem grandes dificuldades para outras plataformas parecidas (como o MSX). O texto é do Marcus Garrett, com algumas adaptações nossas.

Então, segue o texto!

 

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Lançamento: “1983” e “1984”, em formato digital!

LivroGarrettimusNosso amigo Marcus Garrett anuncia que no próximo sábado, dia 25 de maio, ele estará lançando em formato ebook os seus 2 livros, “1983: O Ano dos Videogames no Brasil” e “1984: A Febre dos Videogames Continua“.

A venda será pela loja Hotmart, e temos algumas coisas interessantes a falar:

  1. Na verdade será um livro único, contendo o conteúdo dos 2 livros mais 4 apêndices, totalizando 300 páginas! Esses apêndices são exclusividade da versão digital.
  2. O livro será disponibilizado em formato PDF, pela bagatela de R$ 9,90. Sim, menos de 10 roiau! Mas não ligue agora!
  3. Quem já comprou as edições em papel, poderão baixar a versão em PDF gratuitamente.
  4. Nos apêndices, entre outras coisas, tem uma parte da entrevista que o Marcus Garrett fez com Nolan Bushnell, o fundador da Atari, na Campus Party 2013.

O Garrett estará num evento promovido pela loja GeekXTreme, de São José dos Campos (loja que pertence ao fudeba Gilson Santos e sua esposa) no próximo dia 25 de maio, fazendo o lançamento do livro em formato digital e vendendo a versão em papel. Se você chegar lá e comprar as edições em papel (fica bonito na estante, viu?), leva a versão digital na hora, em CD-R, junto com todas as edições da revista Jogos 80, assim como os programas da Jogos 80 FM (essa foi ideia minha!).

Então, se você estiver em São José dos Campos, não perca a oportunidade de apertar a mão do Garrett, comprar os livros e ainda levar a Jogos 80 para casa. Mas você poderá também comprar o livro em formato digital, na Hotmart. Parabéns ao Marcus pela iniciativa, e eu fico esperando minha cópia em PDF para ler o que faltou.

Nova edição da revista Jogos 80!

Pois é, povo, saiu mais uma edição da revista Jogos80. Os editores Marcus Garrett e Eduardo Luccas convidam a todos que visitem o site e baixem a edição 10 para ler e se deliciar. O que tem lá? Bem…

  • Entrevista com o ex-sócio da Bit Eletrônica, que fez o Top Game, o engenheiro Guilherme Ferramenta.
  • Trinta anos do ColecoVision e do BBC Micro.
  • O console da RCA, o RCA Studio II.
  • SuperGame Module do ColecoVision.
  • Resenha do evento “Spectrum 30” em Cambridge, Reino Unido.
  • O legado de Jack Tramiel, o homem forte da Commodore.
  • Saindo do lugar comum em jogos para MSX.
  • A interface TK-MEM 128.
  • Transforme – parcialmente – seu TK90X/TK95 em um Spectrum 128.
  • Dactavision, uma das maiores locadoras de Atari de São Paulo.
  • Construa um adaptador para utilizar joysticks de Atari no Sinclair QL.
  • Seção Joystick: Tut’s Tomb (Tandy Color Computer), Cold Blood (MSX), Super Invaders (BBC Micro), The Law of the West (Apple II/Commodore 64), Zaxxon (Arcade).

Em particular, convido todos a ler a minha modesta contribuição… Adivinhem sobre o que eu escrevi? 🙂