Atualização da “intuition.library”

Cosmos (não o Kramer), entusiasta da plataforma Amiga radicado em Besançon (França), resolveu dar uma mexida na “intuition.library” dos Amigas clássicos (os originais da Commodore) e entre correções e optimizações ele conseguiu ainda reduzir a dita cuja em exatos 8108 bytes.

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/b3/Amiga_Workbench_1_0.png

Sendo mais específico a versão otimizada é a 40.86, ou seja, estamos falando do Kickstart 3.1, o que abrange todos os modelos de Amiga lançados pela Commodore (não estou falando besteira, esta versão também está disponível para os Amiga 500, 500+, 600 e 2000 etc) e já estão disponíveis tanto o arquivo LHA quanto o as README com as instruções de instalação (versão Beta 4).

A Intuition é a biblioteca escrita por Robert J. Mical e que contém tanto o sistema de gerenciamento de janelas quanto a as primitivas gráficas da interface do usuário (botões, caixas de texto, menu etc) do Amiga OS. Digamos que ela é o coração do próprio Workbench.

( Amiga.org )

E o que fazer com um Macintosh II?

No ano de 1988 a Apple resolveu mostrar para as pessoas o que poderia ser feito com seu recém lançado Macintosh II. Assim ela juntou um grupo de artistas que usaram um aplicativo chamado Super 3D para produzir esta pequeno curta-metragem de animação que chamaram, sugestivamente, de “Pencil Test”.

Aliás, reparem os nomes nos créditos finais e vejam o que estas pessoas andam aprontando hoje em dia.

( Bytemaniacos )

Colecionador insano do dia: Dan Mathias

Só vou mencionar duas coisinhas que este tresloucado morador da Flórida, e dono de uma empresa de robótica, possui:

  • Supercomputador da Intel de 1985, com 32 processadores 80286 rodando Xenix. Funcionando.
  • Outro supercomputador da Intel, de 1992, com 32 processadores i860.

Tem muito mais. Clique aqui para ficar de queixo caído. E ele não está satisfeito, quer um Cray. Um CRAY.

Paragon XPS(Alexandre “Pacman” Pereira via FB)

 

Milésimo post!

candles_on_birthday_cakeNa verdade nesse post não vamos falar sobre nada relacionado a retrocomputação, mas sim apenas agradecer a todos vocês que vêm até aqui ler as nossas postagens. Este é o milésimo post nesse blog sem-vergonha que começamos a fazer para complementar o nosso podcast, que cometemos toda semana, e muito nos honra ter leitores de tão alta estirpe. Como já disse num episódio, “eu não troco 1 ouvinte nosso por 1000 ouvintes dos podcasts mais populares“. O nosso ouvinte (e leitor, por consequência) é uma pessoa inteligente, fuçadora, curiosa, e que agrega valor ao blog, com comentários, emails, ideias… Como já notamos, temos uma seção de comentários útil!

Acho que nunca contamos a história por trás do R+. Então, se você quiser saber, clique aí embaixo. Do contrário, parabéns a todos nós, que mantemos a chama da retrocomputação viva aqui, em terra brasilis.

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Matando uma curiosidade de quase 25 anos!

Então, você lembra daquele jogo totalmente em assembly que saiu em um monte de fascículos da revista INPUT? Lembra das listagens intermináveis de código para TK-90X/TK-95, CP-400* e MSX? Aqui estão alguns segundos da versão para MSX de AVALANCHE em toda a sua glória!

Sério, eu juro que tentei passar da segunda fase!

(*) Na verdade o foco da revista eram os Dragon 32 e 64 conforme podemos observar no quadrinho explicativo que acompanhava cada edição (ei, cadê o MSX, Apple e o TK-2000?):

INPUT UK

Mosca Branca do dia: Mindset Computer

Estação gráfica baseada no não muito usual processador 80186 da Intel (tal como o Tandy 2000 e aquele dinamarquês esquisitão). À venda no eBay (sem funcionar e sem teclado) por 220 doletas. Detalhe: a “metade de cima”, que tem as unidades de disquete, é um módulo de expansão que encaixa na parte de baixo. Clique na foto abaixo para ampliar.
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Manutenção em drives de 3,5″ da Apple

Não é cirurgia cerebral, mas está perto…

Tony Diaz postou um vídeo bastante interessante sobre como substituir as cabeças de leitura/gravação de unidades de disquete de 3,5″ de 800KiB da Apple utilizadas nos Apple II e Macintosh. — O curioso é que eu tenho uma unidade igualzinha a essa e, vejam só, com o mesmo problema (e creio que a mesma solução).

( A2Central )

Raspberry Pi agora em um ADM-3A

Image

No melhor esquema “parasita cerebral” (como é que é?) Andrew Curtin resolveu dar uma nova vida a um terminal serial ADM-3A acrescentando às especificações do equipamento a inteligência que sempre lhe faltou: um simpático Raspberry PI. Tudo bem, não é original e até já anunciamos por aqui o mesmo feito sendo realizado em um DEC VT100 mas acontece que é sempre divertido ver algo assim.

Os terminais ADM-3A foram fabricados pela Lier Siegler a partir de 1975, eram vendidos na forma de kit para montagem (imaginem o tamanho da caixa!), tem lógica toda em TTL (isto mesmo crianças, nada de microcontrolador e/ou integrado gerador de sinal de vídeo lá dentro, só a boa e velha floresta de “74LS”) e foi um fiel escudeiro e simpático coadjuvante no desenvolvimento do UNIX e de algumas ferramentas.

E mesmo um tanto “bugado” são os códigos de controle deste cara os utilizados na emulação de terminal do modo de texto do MC-1000 da CCE.

( Hack A Day )