Episódio 30 – Os Anos Incríveis: Parte A

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Este é o episódio 30 do Retrocomputaria.

Neste episódio, não falamos deste Anos Incríveis, mas dos anos 90, em que, depois da explosão dos anos 80, a indústria de microcomputadores se consolidou.

Depois de uma geral sobre o que aconteceu no mundo e porque o triênio de 1994/1995/1996 é tão importante para nosso podcast, falamos do fim da era dos 8 bits, com os sucessivos encerramentos de modelos por parte de Apple, Atari, Amstrad, Tandy e fabricantes de MSX (leia-se Panasonic). Também falamos da bancarrota da Commodore, do fim da Atari Corp e de características do mercado de videogames.

Também no episódio, a primeira seção de notícias de 2013.

Ficha técnica:

  • Participantes: Ricardo, João, Cesar, Sander e Giovanni
  • Duração aproximada: 74 minutos
  • Músicas de fundo: Músicas de micros variados

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3 ideias sobre “Episódio 30 – Os Anos Incríveis: Parte A

  1. Os Spectruns “marcados” pela Amstrad foram fabricados pela própria Amstrad, quando esta comprou a Sinclair… Como então a produção do Spectrum +3 foi encerrada depois do fechamento da Amstrad???

    E sobre o R800, eu realmente discordo que ele seja um processador de 16 bits propriamente dito, estaria mais para “um processador de 16 bits pela metade” Ele tem registradores de 16 bits, mas não tem acumulador de 16 bits nem registradores que possam ser combinados para formar um registrador de 32 bits, como seria esperado e de fato existiu em todos os demais processadores que consideramos de 16 bits. Ou seja, isso o Z80 também tem. E o R800 tem o mesmo barramento de dados de 8 bits que o Z80. (Antes que alguém venha falar do 68008, ele tem a mesma arquitetura interna do 68000 “completo” de 32 bits, assim como o 386SX tinha a mesma arquitetura interna do 386DX, apesar de ambos terem o barramento externo de dados simplificado – somente 8 e 16 vias respectivamente) Infelizmente o R800 é só um processador mais rápido e incompatível (o timming das instruções é todo diferente, e como elas não são executadas na mesma quantidade de ciclos isso ferra com todos os desenvolvedores que TIVERAM QUE desenvolver contando ciclos porque o MSX não tem TIMER, muito menos programável – não confundir com RTC!)… tudo isso em troca de mais clock e duas instruções de multiplicação via hardware.

    Eu só posso especular, mas provavelmente teria sido melhor usar o Z800 (no qual o R800 foi baseado, porém ao contrário do R800 o Z800 é totalmente compatível – inclusive o timming e as instruções que não eram documentadas na época) e utilizar um circuito (provavelmente seria embutido no lugar do atual S1990) que compatibilizasse o barramento multiplexado do Z800 com o barramento padrão do MSX… Mais velocidade, mais poder de processamento, instruções compatíveis, e sem GAMBIARRAS!!!

    • Pois é, o Sander se enrolou… a Amstrad está aí firme e forte (inclusive acabei de acrescentar a página de suporte da Amstrad com o endereço da autorizada). Após a compra a Amstrad continuou fabricando os ZX Spectrum ainda com a marca “Sinclair Research” sendo a principal mudança a linha de produção ter saído da Inglaterra e ido para Hong Kong e Taiwan. O nome Amstrad em um ZX Spectrum ficou só no lado de dentro.

  2. Segundo comentário: (Esse vai ser bem mais curto!) A história entre a Nintendo e a Sony na fabricação do “SNES CD” também envolve uma quebra de contrato e Isso motivou a Sony a lançar o “Play Station” de forma independente da Nintendo porém compatível com o console, mas isso só piorou as coisas. Depois dessa encrenca toda que a Sony resolveu focar no Playstation como conhecemos, e o resto é lenda!

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