Todos os posts de Ricardo Pinheiro

MSXRio’2017 – a segunda do ano será no dia 7 de outubro!

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A próxima MSXRio acontecerá no dia 7 de outubro, sábado, no Centro Sócio-Educativo Lar do Méier, no Cachambi. Não perca!

A segunda MSXRio do ano de 2017 ocorrerá no próximo dia 7 de outubro, também conhecido como o primeiro sábado do mês que vem. O local será o de praxe: Centro Sócio Educativo Lar do Méier, na Rua Garcia Redondo, 103 (Cachambi) e será entre as 9 e as 18 horas. Todos vocês que leem esse texto são nossos convidados a comparecer. A entrada é gratuita, 0800, “di grátis”.

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E a guerra pela marca Amiga que nunca acaba…

Vocês já devem ter ouvido a gente dizer que um dia (um dia…) nós tentaríamos decifrar todo o imbroglio sobre as patentes relacionadas ao Amiga. A Commodore fechou as portas em 1994, mas a confusão continua.

Pois é, e a chapa esquentou: Nos Estados Unidos e na Alemanha, os direitos sobre a marca expiraram, mas na Europa ainda não (só em maio de 2018), mas não se espera que seja renovada. Pois então, postulantes à propriedade da marca são a Hyperion Entertainment (AmigaOS 4) e a Cloanto (a empresa por trás da solução Amiga Forever, que falamos recentemente aqui no Retrocomputaria).
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Retrobright – a saga – parte 4 de 4 (problemas e conclusões)

Problemas…

Remontando o teclado.

Bem, fui remontar o teclado… E o problema foi a barra de espaço. Como ela é muito grande, ela empenou. Se eu a deitasse numa mesa e apoiasse em um dos lados, o outro lado levantava. Empenou lateralmente, e também empenou “de cima pra baixo”. E agora, como corrigir?

Bem, primeiro peguei um pequeno torno, o mesmo secador de cabelos descrito anteriormente e tentei aquecê-la para colocá-la no seu lugar. Começou a detonar a parte de dentro da barra de espaço (mas também, o secador da madame é quase um soprador térmico!). Depois, parti para o Youtube, para ver mais vídeos a respeito. Um deles sugeriu esquentar água, colocar lá dentro (até amolecer o plástico), remover, forçar (com as mãos mesmo) e depois colocar numa tigela com água fria. Tentei isso, e melhorou um pouco.

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Retrobright – a saga – parte 3 de 4 (explicações e o teclado)

Explicações

Segundo li e principalmente vi (devo ter assistido quase todos os vídeos sobre retrobright que há no Youtube), a ideia da caixa de papelão grande e do rolo de papel alumínio foi para maximizar a radiação ultravioleta do sol. Logo, a sugestão era forrar a caixa de papelão com papel alumínio, e colocar as peças dentro. Ao colocar a caixa no sol, o papel alumínio refletiria a radiação e “iluminaria” melhor a peça. Na prática, pouco adiantou o papel alumínio + a caixa de papelão. Logo, acho desperdício, não acho que seja necessário.

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Retrobright – a saga – parte 2 de 4 (Preparação)

Continuando a saga, dessa vez deixei de lado alguns medos:

  1. O primeiro foi de desmontar todo o micro. Na primeira vez, eu só fiz retrobright na tampa superior do micro, e lavei as teclas. O micro ficou bicolor, claro em cima e escuro embaixo. Dessa vez, tomei coragem e desmontei todo o micro, mesmo cheio de gambiarras características únicas: Esse SVI-738 foi transformado em MSX 2, o drive lê discos DD (720 Kb, embora eu nunca tenha usado o drive dele), tem um botão de reset e uma saída RGB (tenho os cabos mas nunca usei). O teclado, em compensação, continua duro. Mas fiquei com medo de romper um dos vários wire-ups que ele tem. Felizmente, nenhum se rompeu.
  2. O segundo foi o medo de empenar o gabinete. Sério, na outra vez foram só 15 minutos de sol, no mais puro medo. Dessa vez resolvi deixar mais tempo no sol, mesmo ficando de olho nele, pra garantir que ele iria clarear mesmo.
  3. O terceiro foi o medo de perder algum parafuso, ou mola, ou presilha. Fiz todo o processo devagar e com calma. Usei vários potes para separar os parafusos, presilhas e a mola da barra de espaços. E essa garotada leite com pera não sabe o que é desmontar um micro desses, usa 4 parafusos pra fechar um gabinete mini-ATX… Eu contei 34 parafusos nesse micro. Sim, trinta e quatro. Se bem que eu acho que a minha contagem ficou aquém do número real, desconfio que na verdade eram mais…

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Retrobright – a saga – parte 1 de 4 (o início e a descoberta)

Pois é, todo mundo (ou quase todo mundo) deve lembrar do meu primeiro post sobre retrobright, e minhas aventuras no universo do clareamento de plástico ABS. Ocorreu tudo muito bom, tudo muito bem… Mas o micro voltou a amarelar. Sim, meu SVI-738 (um MSX 1 da Spectravideo, modificado para ser um MSX 2) voltou àquela cor de “computador velho“.

Então decidi fazer um retrobright que fosse definitivo, ou quase. E fui à luta.

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Encontro MSXzeiro de Ribeirão Preto – como foi?

Bem, nenhum dos meliantes que cometem o podcast de retrocomputação mais cretino desse lado do planeta foi, embora queríamos ir muito. Mas nosso chapa, o Emerson Renato, colocou um post no blog Oldplayers, divulgando os álbuns de fotos.

A gente montou também um álbum de fotos, com base em todas que recebemos via Zap Zap. Assim dá para vocês terem uma (boa) ideia de como foi o encontro. Se saiu algo que não devia, bem… Foi mal. E que venha 2018, esperamos poder ir no próximo!

“1983: O Ano dos Videogames no Brasil”, a estreia é nesse sábado!

Se você colaborou com a confecção do documentário “1983: O Ano dos Videogames no Brasil“, do nosso chapa de longa data Marcus Garrett, lembre-se que a primeira exibição será no próximo sábado, dia 16 de setembro, no Museu da Imagem e do Som de São Paulo.

O documentário será exibido no horário da tarde (entre 13h30 e 14 hs), de forma gratuita, mas antes você tem que ir lá e pegar o ingresso na bilheteria do MIS. A lotação da sala é de 172 pessoas, então se você chegar atrasado, perdeu.

Haverá também uma exposição de videogames, de forma que será possível também jogar um pouco (ou muito), e teremos também os livros do Garrett (“1983+1984: Quando os Videogames Chegaram” e “Jogos Eletrônicos & Eu: Crônicas de um Passado Presente”) à venda. Se chorar, rola um autógrafo.
Eu não poderei ir (chuif), mas se alguém puder ir e colaborar conosco enviando-nos fotos/vídeos/texto, agradeceremos imensamente e daremos todos os créditos no post.

Nem só de jogos para MSX e ZX-Spectrum vivem os programadores espanhóis…


Os espanhóis andam produzindo muitos jogos homebrew para plataformas clássicas, principalmente para ZX-Spectrum e para MSX. Mas também surgem jogos para outras plataformas clássicas, como a máquina mais vendida da empresa de Jack Tramiel, o Commodore 64.
Rescuing Orc é um simpático jogo de pltaforma para C64, feito por Juan J. Martinez (Reidrac), e que a RetroManiac Magazine fez uma longa e detalhada matéria.
O jogo está disponível para download no site do autor desde o último dia 23 de agosto, em versões para PAL e NTSC. Pegue, jogue e depois dê o seu joinha para o Reidrac, ele merece!