Um programa em BASIC de 35 anos

Julho foi o mês do BASIC no subreddit /r/Retrobattlestations e, como sempre, Blake Patterson participa. Neste ano ele digitou um jogo para TI-99/4A chamado Pearl Harbor, que apareceu na revista Electronic Fun with Computer & Games, de 1983.

Mas é Blake Patterson, então ele resolveu ir atrás do autor do programa e… bem, é uma história absolutamente incrível.

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  1. A maioria dos jogos naquela época era distribuída em listagem impressas, exigindo paciência para digitar, ou em fitas cassete, exigindo paciência com os erros de leitura. Porém uma mídia muito mais prática que as listagens impressas e muito mais confiável que as fitas cassetes foi inventada nos idos de 1977 sem no entanto ter ido adiante, não sei porquê. Eu nunca tinha visto nada a respeito dessa mídia até hoje e ao ler sobre ela fiquei com aquela cara de tacho de “como é que eu não pensei nisso antes?”.
    http://blog.modernmechanix.com/the-floppy-rom-software-distributed-on-records/

    1. Isto é uma evolução da ideia da Rádio USP (nos anos 80) de aproveitar espaços vagos na programação para transmitir software por rádio.

      1. Eu cheguei a gravar os programas transmitidos pela Rádio Usp, no programa Clip Informática. Foi uma iniciativa muito interessante. Os programas não podiam ser transmitidos pelo rádio porque este induzia distorções na onda sonora provocadas pelo transmissor, pelo meio onde as ondas eletromagnéticas se propagam e pelos receptores. O pessoal da USP conseguiu fazer um circuito que gerava uma distorção inversa à resultante de todas essas distorções ANTES de transmir o sinal, portanto a distorção natural que ocorria na transmissão e recepção compensava a pré-distorção inversa e reproduzia o som original que eu gravava em fita cassete para depois carregar no meu MSX.
        A velocidade era baixíssima, o programa curtinho, a chance de erro era alta (de cinco tentativas tive sucesso com três) mas acho que nem aquele iPhone X conectado no Wifi de 150 MBps (e que já está velho) baixando o último Need for Speed, tem o mesmo potencial de empolgar as pessoas com ciência, engenharia e criatividade como aquelas transmissões de rádio tinham.
        Bons tempos… E obrigado pela lembrança.

  2. De nada! E realmente deve ter sido muito empolgante! Lembro que o simples relato deste feito já me impressionou muito a primeira vez que o ouvi.

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