Episódio 59 – Jogos difíceis – Parte B

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Sobre o episódio

Este é o episódio 59 do Retrocomputaria. Um episódio difícil de fazer, porque um episódio sobre jogos difíceis não é fácil.

Nesta parte do episódio

Continuamos a falar de jogos difíceis de MSX e falamos de jogos difíceis de Amiga e mais um monte de plataformas.

Ficha técnica:

Edificio* Número do episódio: 59
* Participantes: Ricardo, João, Cesar, Giovanni e Juan
* Jogador convidado: Junix, um dos jogadores do NGCast.
* Duração aproximada: 47 minutos
* Músicas de fundo: Músicas difíceis (não faz sentido algum, mas é a vibe do episódio, lide com isso)
* Download em ZIP

URLs do podcast:

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7 comentários sobre “Episódio 59 – Jogos difíceis – Parte B

  1. Quero aqui acrescentar um jogo que recentemente descobri ser difícil de uma forma bem peculiar… Uşas para MSX2. Você tem dois jogadores com características específicas para enfrentar determinadas fases; mas aí se um deles morre, acabou! Você fica com o outro e vai ter de se virar para compensar o quase “incompensável”! Daí você se mata e começa novamente 🙂

  2. Olá camaradas perebas,

    Venho humildemente colaborar mais uma vez com meus conhecimentos gamísticos perebentos.

    Sobre alguns jogos mencionados no episódio:

    * Castle & Castle Excellent:

    Ambos permitem salvar a partida em cassete, com a ressalva de que a cada jogo salvo seu personagem perde uma vida. (parece coerente)

    Giovanni, a versão do NES é bem parecida sim com do MSX: https://www.youtube.com/watch?v=mNf_aTP_EEU

    * Nemesis 2:

    Os desenvolvedores deste jogo, cientes de sua malvadeza, apiedaram-se dos perebas do mundo e criaram vários métodos para mitigar a dificuldade.

    Cito aqui dois deles:

    a) jogue Nemesis 2 com Q-Bert no Slot 2: permite senhas como Metalion e Lars18th que lhe dão imunidade e todas as armas

    b) jogue Nemesis 2 com Maze Of Galious no Slot 2: permite recuperar a configuração de armas após perder uma vida.

    * Super Laydock

    Não acho este jogo tão difícil assim. A dificuldade maior está em selecionar as armas corretas para o estágio. No S.Laydock você possui uma tela que antecede o estágio na qual você seleciona a arma secundária, dentre opções de ofensiva aérea ou terrestre.

    Ocorre que cada estágio possui uma arma mais apropriada, por exemplo, alvos no solo.

    Se você escolheu a arma errada, ou o estágio fica bem difícil, ou mesmo impossível.

    E como saber? Da pior maneira, jogando o estágio ao menos uma vez e anotar qual a melhor opção para ele. Se você escolheu certo, ótimo, se escolheu errado, jogue novamente e seja feliz na próxima.

    Caso você jogue em dois jogadores, aí fica mais simples pois basta cada um escolher um tipo de arma.

    E sim, o S.Laydock permite acoplamento de naves quando o medidor “docking” estiver completo na tela do jogo.

    Além disto, quero notar aos senhores de que **a série Laydock conta sim com TRÊS jogos**, a saber:

    – Laydock : para várias plataformas japa, inclusive MSX2

    – Super Laydock : para MSX1 MegaROM e Sharp X1

    – Laydock 2 : excelente shooter para MSX 2+

    * Salamander de MSX

    A versão de NES mais difícil? Rá… respeito a perebice alheia mas, perto da versão de MSX, as versões do NES são um passeio no parque.

    Vale notar que Salamander saiu para NES (e outras plataformas inclusive Arcade) em duas versões:

    Salamander e Life Force: São versões ligeiramente distintas do mesmo jogo, não apenas sinônimos.

    Detalhes aqui: https://en.wikipedia.org/wiki/Salamander_(video_game)#Development

    Do fosso de minha perebice venho fraternalmente comungar convosco alguns jogos que considero difíceis para MSX:

    * Hype : um shooter maligno

    * Spirits

    * Temptations

    * Rescate Atlântida

    * Alien 8 e Knight Lore : Creio que no MSX estes jogos possuem slowdown, mas além disto são jogos difíceis que exigem precisão nos saltos e não raramente alguma agilidade nas salas. Por terem visão isométrica, os jogos demandam certa familiarização dos controles no teclado com a perspectiva.

    * Head Over Heels e Batman : jogos isométricos de outro desenvolvedor, porém com os mesmos motivos acima citados.

    * Payload

    * Youkai Yashiki (ou Ghost Boy) : joguinho muito bacana da Casio onde você joga com um garotinho que anda numa casa mal-assombrada (existe casa bem-assombrada?) do Japão matando fantasmas com sua lanterna.

    * Knight Leon : O Knightmare da Casio, ultra difícil

    * O próprio Knightmare

    * Dungeon Master (ASCII) : espetacular roguelike / dungeoncrawler para MSX 1. Bem difícil.

    É isto. Parabéns pelo episódio.

  3. Muito bom mencionarem Jagur, é um jogo sensacional, que depois de penar um pouco você consegue chegar no final sem poke, assim como o Rambo 1,
    Contra da Konami ou Jungle Warrior. Jogo difícil pra mim , que bem que tentei jogar por horas e não consegui acabar: Dragon Slayer 4 (MSX2), Craze (MSX1 Megarom) e
    Alien o resgate (aquele que a tela era dividida em várias pessoas), isso sem falar nos labirintos 3D, Head over hells, Alien 8, Batman, e por aí vai.

  4. E ai bando de perebas!

    Minha experiencia com alguns jogos deste episódio:

    – Super Laydock: tenho o cartucho original japonês e realmente não dá para terminar esse jogo tão facilmente, ainda mais se tentar sozinho. Só consegui trapaceando;

    – Zanac A.I.: Esse é para quem manja mesmo, outro que só consegui fechar na base da trapaça;

    – Sea Sardine: olhe as imagens do jogo e achei interessante, peguei a imagem do disco e depois vou me aventurar a joga-lo, mas como vocês disseram, é difícil.

    – Metal Gear: o primeiro, só com a ajuda da CPU-MSX mesmo, sem ela você tem que perder muito tempo tentando adivinhar o que tem que fazer em certas fases. Já tentei várias vezes jogar sem a revista, nunca consegui chegar no robozão.

    – Salamander: relação de amor e ódio em todas as plataformas. Nunca consegui fechar sem trapacear;

    – Shadow of the Best: só joguei no MegaDrive e é realmente um caos, nunca fechei.

    – Ghosts’n Goblins: só joguei no arcade e emulador, acho um jogo bacana mas comedor de fichas. Nunca fechei no arcade.

    – Ghouls’n Ghosts: Ricardo, esse tem para uma porrada de plataformas (https://en.wikipedia.org/wiki/Ghouls_%27n_Ghosts). Atualmente jogando no X68000 e curtindo muito, ainda não fechei.

    – Dragon Spirit: Giovanni, tu vem me falar que esse jogo é parecido com Knightmare! NÃO KCT! Esse é um dos melhores e mais difíceis shooter que já joguei, onde sua “nave” é um dragão! Tem para várias plataformas (https://en.wikipedia.org/wiki/Dragon_Spirit). Saiu um port para MSX2, muito bem feito por sinal. Atualmente jogando no X68000 e curtindo muito, ainda não fechei.

    – Undeadline: joguinho complicado, tenho para MSX e X68000. Ainda não fechei, pois haja saco para ficar descobrindo coisas.

    Agora, já que vocês falaram de outras plataformas, tem vários jogos que muitos perebas jogaram e não fecharam (me incluindo):

    – Série Robocop: bem dificil em todas as plataformas. Atualmente jogando Robocop vs Terminator do MegaDrive, muito legal mas bem difícil.

    – The Immortal: jogão de RPG para MegaDrive e outras plataformas (https://en.wikipedia.org/wiki/The_Immortal_(video_game)), estilo isométrico, bem sinistro e muito difícil. Ainda caçando o cartucho para comprar. Nunca terminei.

    – Série Danmaku: mais conhecido como “Bullet Hell”, jogos “shoot ‘em ups” para plataforma PC-98 e Windows. Apesar mas japinhas fofinhas, os jogos não tem nada de fofo, é tiro e bomba pra todo lado! Esse também é do tipo “o fundo me matou”. Não consegui terminar nenhum deles. Para conhecer mais: http://en.touhouwiki.net/wiki/Danmaku e http://www.hakurei.com.br/forum/index.php?topic=7.0

    Bom, se for colocar todos os jogos que o pereba aqui não terminou ou só terminou trapaceando, o post vai longo e vocês vão querer tomar meu território. 😛

    Valeu por mais um ótimo podcast.

  5. Gente, gostaria de fazer uma ressalva.
    Sobre o jogo da bomba giratória lançada sobre a represa alemã. Eu assisti ao documentário na Discovery. O que ocorre é o seguinte:
    1 – A missão de destruir a empresa não tinha como objetivo principal inundar as bases inimigas. Isso foi um plus. O objetivo principal era acabar com o suprimento de agua dos alemãs, ou pelo menos diminuir bastante esse suprimento, pois mesmo a industria bélica necessita muito de agua, as tropas, os civis, etc.
    2 – Lançar uma bomba de um avião sobre a represa é algo muito difícil de acertar, pois lá de cima ela é um alvo muito “fino”. Fora que mesmo acertando o topo da represa com a bomba isso não faz muita diferença. A meta da bomba giratória era percorrer a agua por cima até bater (encostar) na represa. Aí ela iria afundar até o fundo da represa e só então iria explodir lá embaixo, bem na base. Foram várias tentativas, muita gente morreu, pois a represa era fortemente protegida. Mas finalmente conseguiram, a represa foi destroçada pela bomba que explodiu na sua base lá no fundo, e isso deu uma super dor de cabeça para os alemãs, colaborando bastante para a vitória dos aliados.

    1. Sobre o Dam Busters, eu li um livro na época do curso de Inglês q corroborava a afirmação da destruição das indústrias do Vale do Ruhr, mas n lembro se afetar o fornecimento de água era citado. Mas concordo contigo, esta devia ser a intenção deles tb, talvez até mais importante do que afetar as indústrias.

      Qto ao ataque, eu lembro de ter o manual do jogo Dam Busters em casa (n lembro se ainda tenho), onde ele explicava exatamente essa técnica, de fazer a bomba quicar sobre a água, chocar-se com o topo da represa e afundar, explodindo na base da mesma. Eu não falei isso no episódio? N lembro.

      Obrigado pelo comentário, enriquece a conversa. Abraço!

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