Episódio 45 – Dossiê TMS9990 e TI-99 – Parte B

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Este é o episódio 45 do Retrocomputaria e, para alegria de uns e desespero de outros, vamos a mais um dossiê. C’est la vie.

Sobre o episódio

Vamos até o Estado da Estrela Solitária (não confunda com a estrela solitária deste hino) para fazer um dossiê com dois filhos diletos da terra: a CPU TMS9900 e seu mais famoso usuário, TI-99. (e chamamos o Lisias Toledo pra nos ajudar)

Nesta parte do episódio

Começamos continuando a falar dos membros da família TMS990 (o processador de minicomputadores que deu origem ao TMS9900 e todas as variações).

Depois, finalmente começamos a falar dos TI-99/4 e TI-99/4A. E aí vem ainda mais bizarrice… vocês acharam que tinha acabado? Pois é.

Falamos também da vingança de Jack Tramiel contra a TI, que fez os texanos saírem do mercado de computadores depois de gigantescos prejuízos (e matou muitos outros computadores, e toda uma geração de videogames etc).

Ainda não acabou, porque falamos dos primos e primas do TI-99, das novidades em hardware e software para, aí sim, acabar.

Também no episódio

Seção de leituras de email, comentários etc.

Ficha técnica:

  • Número do episódio: 45
  • Participantes: Ricardo, João, Cesar, Sander, Giovanni e Juan
  • Convidado: Lisias Toledo
  • Participação especial: TI-99/4
  • Duração aproximada: 96 minutos
  • Músicas de fundo: Músicas sobre/que evocam/etc western e o tema da Praça é Nossa.
  • Download em ZIP

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5 comentários sobre “Episódio 45 – Dossiê TMS9990 e TI-99 – Parte B

  1. Na Tijuca, onde morava, tinha uma loja chamada Video Game Center. Funcionava como um video-clube. Ao se inscrever voce deixava alguns de seus jogos la e todo dia podia pegar emprestado um ou dois cartuchos de Atari. O acervo era realmente muito bom. Tinha ate os jogos da StarPath. O jogo tido como o mais cobiçado era o Tutankamon, que no final das contas nem era tao bom assim. Um port de arcade parecido com o Tut´s Tomb (CoCo/CP400).

    http://www.atariguide.com/3/345.htm

  2. Olá pessoal,

    Muito bom este episódio.

    O TI-99 é de fato uma máquina sensacional, realmente à frente de seu tempo.

    Acho que lamentável a Texas não ter aproveitado melhor a oportunidade, na época, de tornar o TI-99 ainda melhor e mais popular.

    Como sempre é fácil ser engenheiro de obra pronta, mas creio que a Texas poderia ter explorado melhor o potencial da máquina, aliado ao fato de ser uma empresa verticalizada no que tange a produção do TI-99.

    Me chamam a atenção duas coisas:

    1- Fechamento da plataforma
    O tiro no pé da empresa foi, a partir de certo momento, fechar a plataforma para softwares APENAS da Texas. Lamentável.

    2- Faltou memória
    Já comentei com Giovanni, acho que foi uma falha a máquina não ter saído com um banco de RAM adicional, e não apenas os 256 bytes + VRAM.
    Os 256 bytes eram de uso específico como espaço dos registradores e as diversas áreas de trabalho disponíveis para o processador.
    Portanto uma memória RAM propriamente dita fazia falta. Nem que fossem 2KiB, perfazendo os 256 bytes específicos + VRAM + 2KiB.
    Desta forma o TI-99 teria condições de implementar sistemas multi-tarefa “domésticos” bem antes de tudo o que havia sido feito.

    Por estas questões, apesar de ser revolucionária enquanto máquina (arquiterura etc), era falho enquanto produto. Por isto acabou perdendo para um concorrente tecnicamente inferior, o VIC 20, e posteriormente foi imolado pelo C64.

    O potencial do TI-99 e TMS ficam evidentes nas encarnações posteriores, que acrescentam mais recursos ao espetacular processador de 16 bits.

    Um grande abraço e parabéns pelos impagáveis momentos Praça é Nossa, deste jeito Carlos Alberto Nóbrega vai contratar o Sander!!!

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