Episódio 76 – Júlio Neves – Parte B

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Sobre o episódio

Júlio Neves. Cobra. SOX. Shell. Só faltou o chope porque bares não tem boas acústicas para gravar.

Nesta parte do episódio

Histórias incríveis e mais histórias incríveis

Ficha técnica:

  • Número do episódio: 76
  • Participantes: Ricardo, João, Cesar, Giovanni e Juan
  • Vilão especialmente convidado: Júlio Neves
  • Duração aproximada: 50 minutos
  • Músicas de fundo: A conversa estava tão boa que esquecemos de anotar as músicas… Mas achamos que teve a trilha sonora do jogo Cobra Mission, até a exaustão.
  • Agradecimento: Hostnet, por ter cedido o estúdio, e ao Gustavo Guabanara, por ter cedido o gravador.
  • Download em ZIP

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Dropbox e Google Drive no Amiga!

 

 

 

 

 

 

Eu sou suspeito pra falar dos polacos, já que meu sobrenome denota a origem eslava da minha família. Mas tem muitos entusiastas de micros clássicos na terra dos meus avós, e em particular, o Krzysiek Radzikowski, que é um grande entusiasta da maior criação de Jay Miner. A ponto dele manter um podcast sobre o Amiga, e trazer entrevistas em texto com entusiastas do Amiga no mundo todo. E numa dessas, ele entrevistou Norbert Kett, programador e o cabra que fez, entre outras coisas, clientes para os populares serviços Dropbox e Google Drive… Para Amiga. E não é para os Amigas One X5000. Ele fez para os Amigas clássicos. E é interessante ler o relato dele, inclusive para ver a sua história, que é a de muitos de nós. Se você tiver interesse, vale a leitura, clique aqui. E se você quiser ler as outras entrevistas (tá tudo em inglês), pode clicar aqui que você vai gostar, mesmo não sendo fã dos Amigas.

 

Música para os ouvidos dos fãs da Commodore (e todos os outros também).

  • O grupo argentino PVM liberou uma coletânea de músicas para Commodore 64 (e tome SID) chamada Argentine Songbook vol. 1. São 9 músicas em diferentes gêneros (deve ter um tango também), e todo o código-fonte está disponível para download, com tutoriais em espanhol e inglês. Se quiser, tem um vídeo aqui.
  • Aaron White soltou um music disk para Amiga, chamado Royal House (Can You Party). É uma homenagem aos anos 1990. A imagem em disquete está aqui, para download (formato ADF).

Fonte: Vintage Is The New Old.

Portáteis retro… Em japonês.

Japoneses não se interessam apenas pelas máquinas produzidas no seu país. Existem sites falando sobre micros não-japoneses por lá, como esse aqui, que fala de portáteis. Logo, temos Amstrad NC-100 (como o que está dentro da capa aí acima), o VTech Laser 50, o Z88 (que um certo fudeba dessa equipe tem), o Quickpad Pro… E os portáteis japoneses, como os Canon X-07, F-803P, NEC PC-2201, PC-8201… E ainda aquele relógio, o Seiko UC-2000. E ainda tem outros. Vale a olhada.

Mais um projeto de Commodore 64 em FPGA a caminho.

Esse é para você que ainda não chegou na RetroRio (afinal, o encontro é hoje e amanhã!), ou você que não poderá vir (boo). O Paul Gardner-Stephen tem mantido um blog descrevendo como está sendo o projeto encabeçado por ele sobre a confecção de um computador compatível com o C64/C65 em FPGA. Não por acaso esse é o nome do blog, e é interessante para todos os sonhadores que acham que “é fácil fazer” algo do tipo, “basta ter vontade”. Não, não é fácil, o buraco é mais embaixo (como diz meu pai).

O nome da máquina? Era C65gs. Agora é MEGA65. Parece que “C65” evoca o mesmo fetiche entre os fãs do Commodore 64 do que o termo “MSX 3” faz com os MSXzeiros… Mas o projeto parece bem interessante. Quanto ao currículo do autor, ele participou entre outras coisas, do projeto do LUnix, um sistema semelhante ao UNIX para Commodore 64. Que tal?

Fonte: Vintage Is The New Old.

Hardware locks para ZX-Spectrum!

Lembro de uma série de artigos do Pierre Lavelle (citado no episódio desse mês) na MicroSistemas falando sobre esquemas de proteção contra cópia e como eram burlados. Acho que os hardlocks não eram conhecidos na época, mas vale aqui essas fotos, para satisfazer a curiosidade.

Essa veio do Twitter do Retronymus, mostrando o sistema SD1, usado nos ZX-Spectrum, para (tentar) coibir a pirataria. E vocês achando que só brasileiro pirateava, né?

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