Retrobright – a saga – parte 4 de 4 (problemas e conclusões)

Problemas…

Remontando o teclado.

Bem, fui remontar o teclado… E o problema foi a barra de espaço. Como ela é muito grande, ela empenou. Se eu a deitasse numa mesa e apoiasse em um dos lados, o outro lado levantava. Empenou lateralmente, e também empenou “de cima pra baixo”. E agora, como corrigir?

Bem, primeiro peguei um pequeno torno, o mesmo secador de cabelos descrito anteriormente e tentei aquecê-la para colocá-la no seu lugar. Começou a detonar a parte de dentro da barra de espaço (mas também, o secador da madame é quase um soprador térmico!). Depois, parti para o Youtube, para ver mais vídeos a respeito. Um deles sugeriu esquentar água, colocar lá dentro (até amolecer o plástico), remover, forçar (com as mãos mesmo) e depois colocar numa tigela com água fria. Tentei isso, e melhorou um pouco.

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Retrobright – a saga – parte 3 de 4 (explicações e o teclado)

Explicações

Segundo li e principalmente vi (devo ter assistido quase todos os vídeos sobre retrobright que há no Youtube), a ideia da caixa de papelão grande e do rolo de papel alumínio foi para maximizar a radiação ultravioleta do sol. Logo, a sugestão era forrar a caixa de papelão com papel alumínio, e colocar as peças dentro. Ao colocar a caixa no sol, o papel alumínio refletiria a radiação e “iluminaria” melhor a peça. Na prática, pouco adiantou o papel alumínio + a caixa de papelão. Logo, acho desperdício, não acho que seja necessário.

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Retrohitz #158 – Noise Only (The The Thes) e II (Pulselooper)

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Este é o episódio 158 do Retrohitz.

Neste episódio, os álbuns Noise Only, do The The Thes, e II, do Pulselooper.

Duração: 38 minutos

Lista de músicas:

The The Thes – Noise Only
1 – Embryonic Noise
2 – Pixel Heroes Come Back
3 – Error404
4 – Flying Explosive Penguins
5 – Don’t like MMORPG
6 – Tlalocan Beat

Pulselooper – II
7 – Blistered Circuitry
8 – Wonky Beats
9 – Silver Tape Wont Fix It
10 – Target Locked
11 – Anhanguera Racing

Download em ZIP

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Retrobright – a saga – parte 2 de 4 (Preparação)

Continuando a saga, dessa vez deixei de lado alguns medos:

  1. O primeiro foi de desmontar todo o micro. Na primeira vez, eu só fiz retrobright na tampa superior do micro, e lavei as teclas. O micro ficou bicolor, claro em cima e escuro embaixo. Dessa vez, tomei coragem e desmontei todo o micro, mesmo cheio de gambiarras características únicas: Esse SVI-738 foi transformado em MSX 2, o drive lê discos DD (720 Kb, embora eu nunca tenha usado o drive dele), tem um botão de reset e uma saída RGB (tenho os cabos mas nunca usei). O teclado, em compensação, continua duro. Mas fiquei com medo de romper um dos vários wire-ups que ele tem. Felizmente, nenhum se rompeu.
  2. O segundo foi o medo de empenar o gabinete. Sério, na outra vez foram só 15 minutos de sol, no mais puro medo. Dessa vez resolvi deixar mais tempo no sol, mesmo ficando de olho nele, pra garantir que ele iria clarear mesmo.
  3. O terceiro foi o medo de perder algum parafuso, ou mola, ou presilha. Fiz todo o processo devagar e com calma. Usei vários potes para separar os parafusos, presilhas e a mola da barra de espaços. E essa garotada leite com pera não sabe o que é desmontar um micro desses, usa 4 parafusos pra fechar um gabinete mini-ATX… Eu contei 34 parafusos nesse micro. Sim, trinta e quatro. Se bem que eu acho que a minha contagem ficou aquém do número real, desconfio que na verdade eram mais…

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Retrobright – a saga – parte 1 de 4 (o início e a descoberta)

Pois é, todo mundo (ou quase todo mundo) deve lembrar do meu primeiro post sobre retrobright, e minhas aventuras no universo do clareamento de plástico ABS. Ocorreu tudo muito bom, tudo muito bem… Mas o micro voltou a amarelar. Sim, meu SVI-738 (um MSX 1 da Spectravideo, modificado para ser um MSX 2) voltou àquela cor de “computador velho“.

Então decidi fazer um retrobright que fosse definitivo, ou quase. E fui à luta.

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Classic Computer Brochures

A Classic Computer Brochures é um trabalho de catalogação e digitalização de folhetos feito por Stefan M; tem muita coisa de minicomputadores, workstations e mainframes, mas também muitos folhetos de fabricantes clássicos de micros – e Philips, claro, porque tem muita coisa em holandês.

Volta e meia tem atualização, então os interessados em folhetos de empresas de computação podem também colocar nos bookmarks.

(via)

Sábados de Calculadoras: a história oficial das primeiras calculadoras da HP

A HP, quer dizer, a HPE (a parte da antiga HP que não faz impressoras), resolveu fazer uma história da sua primeira geração de calculadoras, e deixou que um colecionador delas fizesse, o que torna o artigo ótimo de se ler. Com direito a uma seção de “lições para líderes” que vale a pena destacar:

Calculators: Lessons for leaders

      Programmable calculators solved real-world engineering problems.
      Old calculators are fun collectibles for nerds. Just make sure it works.
      You have to rebuild the battery pack. The old NiCads are long dead.

(via)

Encontro MSXzeiro de Ribeirão Preto – como foi?

Bem, nenhum dos meliantes que cometem o podcast de retrocomputação mais cretino desse lado do planeta foi, embora queríamos ir muito. Mas nosso chapa, o Emerson Renato, colocou um post no blog Oldplayers, divulgando os álbuns de fotos.

A gente montou também um álbum de fotos, com base em todas que recebemos via Zap Zap. Assim dá para vocês terem uma (boa) ideia de como foi o encontro. Se saiu algo que não devia, bem… Foi mal. E que venha 2018, esperamos poder ir no próximo!

“1983: O Ano dos Videogames no Brasil”, a estreia é nesse sábado!

Se você colaborou com a confecção do documentário “1983: O Ano dos Videogames no Brasil“, do nosso chapa de longa data Marcus Garrett, lembre-se que a primeira exibição será no próximo sábado, dia 16 de setembro, no Museu da Imagem e do Som de São Paulo.

O documentário será exibido no horário da tarde (entre 13h30 e 14 hs), de forma gratuita, mas antes você tem que ir lá e pegar o ingresso na bilheteria do MIS. A lotação da sala é de 172 pessoas, então se você chegar atrasado, perdeu.

Haverá também uma exposição de videogames, de forma que será possível também jogar um pouco (ou muito), e teremos também os livros do Garrett (“1983+1984: Quando os Videogames Chegaram” e “Jogos Eletrônicos & Eu: Crônicas de um Passado Presente”) à venda. Se chorar, rola um autógrafo.
Eu não poderei ir (chuif), mas se alguém puder ir e colaborar conosco enviando-nos fotos/vídeos/texto, agradeceremos imensamente e daremos todos os créditos no post.