Revistas, revistas e revistas.

Picocassetes de volta.

Falamos dos picocassetes há algum tempo atrás (aliás, há pouco mais de um ano), e agora estão em campanha em um site de financiamento coletivo japonês (o Makuake) para produzir. A meta é de 10 milhões de ienes, e até agora atingiram 4.641.900 ienes. Será que conseguem? Lembremo-nos que o Nogalious conseguiu.

Ah, esse “cartucho” de demonstração é o jogo Ninja JaJaMaru-kun, da Jaleco, que tem várias versões. Este, em específico, é para MSX.

Fonte: Kumokosi (Twitter).

Episódio 82 – #RetrocomputariaAoVivo sobre MSX – Parte B

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Sobre o episódio

Neste episódio 82, fizemos algo diferente: chamamos alguns vilões especialmente convidados e, AO VIVAÇO, papeamos sobre a linha MSX, seu passado, seu presente e seu futuro.

Nesta parte do episódio

A segunda parte do episódio (é sério, não tem assim muita pauta)

Ficha técnica:

  • Número do episódio: 82
  • Participantes: Ricardo, João, Cesar, Giovanni e Juan
  • Vilões especialmente convidados: Piter Punk e Daniel Caetano
  • Duração aproximada: 120 minutos
  • Músicas de fundo: Gaguejos, risadas e outras coisas de uma gravação ao vivo
  • Download em ZIP

URLs do podcast:

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Neuromancer, para Commodore 64.

Se você tem interesse em ficção científica, mais especificamente no subgênero cyberpunk, é certo que você ouviu falar de William Gibson e sua seminal obra Neuromancer. Inclusive, a Editora Aleph lançou uma edição especial, comemorando 30 anos do livro que influenciou das irmãs Wachowski (Matrix) a Masamune Shirow (Ghost in the Shell)

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O maior mod que eu já vi em um Amiga.

Depois de ver isso, me senti humilhado e não vou mais fazer mod algum nos meus MSX. Mentira, vou fazer isso. Mas nunca alcançarei os níveis de epicidade que esse mod de Amiga 1200 alcançou.

O autor tinha na verdade uma placa-mãe de Amiga 1200 disponível. Comprou o gabinete na Amiga Store, colocou um display LCD, 6 LEDs, botões, um teclado mecânico, fez uma tampa em acrílico para proteger… E o resto vocês podem ler no artigo, que está recheado de fotos.

Fonte: Nosso amigo KlaxMSX, no tuvíter.

E o “Charlie” está salvo!

Charlie não é uma pessoa, mas um hardware + um software. Mais especificamente, Charlie é o nome de um sintetizador de voz feito e vendido pela SVI (Spectravideo), para MSX. O pacote é composto de um cartucho com o chip SSI263, da Votrax, capaz de sintetizar voz a partir de fonemas.

A parte de software é um disquete com um programa que converte texto (no caso, em espanhol) para uma sequência de fonemas e envia para o cartucho sintetizar. A extensão dos arquivos é SPA. Não se sabe se tem módulos para outros idiomas.

O pessoal  do site Z80ST Software recuperou o conteúdo do conjunto. Logo, eles disponibilizaram um arquivo compactado com o conteúdo do disquete que vem junto, assim como um PDF com o manual de instruções.

E antes que você fique animado em tentar clonar, vale lembrar que o chip custa US$ 65 por aí. Ou seja, muito caro para uma mera curiosidade.

Links para o artigo no blog da Z80ST Software, e no Konamito, daonde vimos a notícia (antiga, eu sei – mas dá um desconto!).

Sábados de calculadoras: Memória sonora

Cliff Stoll, o Doc Brown da vida real do Numberphile, nos mostra esta calculadora Friden EC-132 de 1963 cuja memória é feita com tons musicais reverberando em algo parecido com cordas de piano. E transistores de germânio. E um display vetorial do tipo Spacewar! Não, sério.
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Fazendo um Canon Cat falar com um computador atual

Marcin Wichary está escrevendo um livro sobre a história dos teclados. E tem uma newsletter avisando sobre o andamento do livro. E digita a newsletter em teclados diferentes.

Quando chegou a hora do seu Canon Cat, com o drive com problemas, teve que usar a conexão RS-232 para passar o texto para seu MacBook Pro velho (porque velho é esse PC e Mac que você acabou de comprar na Black Friday). E documentou todo o trabalho.

Aventuras e desventuras de neozeed com Citrix Multiuser

Para os interessados na história da entrada dos sistemas multiusuários no mundo dos PCs, e na história do OS/2, o Fun with Virtualization está com uma série de posts explorando as versões 1.0 e 2.0 do Citrix Multiuser, não apenas o primeiro produto da Citrix Systems mas também uma das primeiras tentativas de disputar com os Unix o mercado dos servidores de terminais com Intel 386 e 486.

Instalando e usando o Citrix Multiuser 1.0 no Bochs: uma versão customizada do Microsoft OS/2 1.21, rodando aplicações OS/2 1.x e MS-DOS… que chegou ao mercado logo depois da Microsoft anunciar que trocaria o OS/2 pelo Windows.

Unboxing e exploração do Citrix Multiuser 2.0: a versão 2.0 é baseada em alguma versão do IBM OS/2 2.0 e pode rodar aplicações OS/2, MS-DOS e Windows 3.00.