Colecionadores e compras online – Proxies de compras.

Existem hoje em dia diversas empresas que fazem o papel de proxies de compras, então nesse post (e em mais alguns) iremos falar sobre como isso funciona, e aí vamos para uma lista de alguns proxies.  Antes de tudo, porque eu chamo de proxy? Em redes de computadores, um proxy (numa tradução alquebrada, procurador) é um servidor que age como intermediário para requisições de clientes solicitando recursos de outros servidores. Logo, um cliente conecta-se ao proxy, faz um pedido e o proxy vai lá e atende a solicitação.

Então, para compras, existem empresas que fazem o papel de intermediários para compras. E por que usar proxies de compras?

  • Comprar itens de vendedores que não remetem para o Brasil. Existem vários vendedores no eBay e em outros sites que não enviam para fora do seu país. Alguns o fazem devido à burocracia da postagem, outros pelo custo, ou tudo se resume a preguiça mesmo.
  • Comprar itens de lojas online que só enviam para o Brasil por courier. A ThinkGeek, por exemplo, envia tudo por FedEx. Fazendo uso de um proxy nos EUA, você pode enviar para lá, e de lá remeter ao Brasil por USPS.
  • Comprar itens em países onde a barreira da língua é um fator que impede. Sim, eu falei de comprar no Japão, onde proxies como o Shopping Mall Japan, Jauce, Buyee e outros facilitam MUITO a vida de todos nós que desejamos adquirir produtos vindos do País do Sol Nascente. Já vi um brilho no olhar daquele MSXzeiro ali no canto…

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Sobre 640K

Ah, os 640K. Para o bem e (muito) mais para o mal, um limite com que todo usuário de PC pré-Windows 95 teve que aprender a conviver… e, se você fosse gamer em PC no final dos anos 80 e na primeira metade dos anos 90, aprender a conviver e a contornar.

Jimmy Maher conta um pouco da briga dos gamers com os 640K, claro que da maneira Jimmy Maher. Com uma citação essencial a Wing Commander e um longo último parágrafo pra dizer que Bill Gates não falou que 640K são suficiente.

Episódio 75 – O office antes do Office: Bancos de Dados – Parte B

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Sobre o episódio

Micros clássicos não são apenas jogos, mas também trabalho duro. Por isso fizemos a série O office antes do Office.

Para fechar nossa série, trataremos os bancos de dados, componentes essenciais de qualquer workflow corporativo.

Nesta parte do episódio

Falamos de Paradox e finalmente saímos do mundo CP/M e MS-DOS com o MT-DATA (no Brasil, HOT-DATA) e o Professional Data Retriever para MSX, Omnius para Apple II, List Plus para Apple IIGS, Superbase para C64, Amiga e outros micros clássicos, xBase e MUIbase para Amiga e dbMan para Atari ST.

E terminamos com o declínio do padrão xBase e como estão hoje dBase, Clipper, FoxPro etc e tal.

Ficha técnica:

URLs do podcast:

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Leapop: faça níveis para Prince of Persia em seu PC velho

Querendo fazer um nível novo para Prince of Persia mas sem abrir mão das facilidades que seu PC dá, tipo um teclado mecânico caríssimo ou um monitor gigantesco? leapop é a solução! Funciona em Windows e Linux e está licenciado sob a GPL.

Inclusive tem gente famosa tentada pelo editor de níveis…

(via Gamasutra)